Crise Política na Venezuela: Reivindicações e Expectativas
O político, opositor da situação, declarou que a normalização política na Venezuela depende do respeito à vontade popular expressa nas urnas e da libertação dos presos políticos. Em um pronunciamento nas redes sociais, classificou o momento atual, após a captura do presidente pelos Estados Unidos, como um ponto de inflexão na história recente do país, considerando-o “um passo importante, mas não suficiente”.
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A referência às últimas eleições realizadas em 28 de julho, quando Maduro foi declarado vencedor, ressalta a contestação do processo.
Reivindicações por Transição Democrática
O político enfatizou a necessidade de se respeitar, sem ambiguidades, a vontade majoritária do povo venezuelano. A mensagem foi direcionada às Forças Armadas e aos órgãos de segurança da Venezuela, com o pedido de que cumpram e façam cumprir o mandato soberano de 2024.
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A libertação de todos os detidos por motivos políticos foi apresentada como um elemento crucial para a transição democrática.
Preocupações com Detenções Políticas
O opositor criticou a situação de prisões de venezuelanos por motivos políticos, classificando os detidos como “reféns de um sistema de perseguição”. Afirmou que nenhuma transição democrática é possível enquanto houver um único venezuelano encarcerado de maneira injusta.
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A demanda por justiça e reconciliação, sem impunidade, foi um ponto central da declaração.
Reações Internacionais e Expectativas
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2025, defendeu que o político assuma a presidência após a deposição de Nicolás Maduro. Já o presidente da França, Emmanuel Macron, expressou a esperança de que o “presidente Edmundo González Urrutia, eleito em 2024, possa assegurar essa transição o mais rápido possível”, com a expectativa de uma transição pacífica, democrática e respeitosa à vontade do povo venezuelano.
