Maria Corina Machado anuncia transição democrática na Venezuela após eleições contestadas. Oposição exige posse de Edmundo González Urrutia e restaura ordem no país
Maria Corina Machado, líder da oposição venezuelana, declarou que seu grupo está pronto para iniciar um processo de transição democrática, após eventos recentes. A declaração foi feita em uma carta pública, marcando um momento crucial no cenário político do país.
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Machado enfatizou a necessidade de vigilância, organização e ação contínua até que a transição democrática seja efetivada. A líder da oposição ressaltou a importância da participação de todos os venezuelanos nesse processo fundamental.
Em julho de 2024, eleições presidenciais ocorreram na Venezuela. O governo venezuelano atribuiu a vitória a Nicolás Maduro, porém, a oposição apresentou atas de múltiplas sessões eleitorais que indicavam a vitória de Edmundo González Urrutia.
Diversos países, incluindo os Estados Unidos, não reconheceram a vitória de Maduro. Edmundo González Urrutia, após receber ameaças, deixou a Venezuela.
Em sua carta, Machado expressou a crença de que a hora é para os cidadãos venezuelanos, aqueles que arriscaram tudo pela democracia no dia 28 de julho. Ela reafirmou o apoio a González Urrutia, que deve assumir imediatamente seu mandato constitucional e ser reconhecido como Comandante-em-Chefe da Força Armada Nacional.
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A líder da oposição expressou a esperança de restabelecer a ordem, libertar presos políticos e construir um país excepcional, além de trazer os filhos de volta para casa. Ela enfatizou que o esforço realizado até então valeu a pena, e que os eventos estão acontecendo conforme o esperado.
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