Marco Rubio critica Cuba e avalia influência de Havana em Venezuela e região

EUA endurecem postura contra Cuba: críticas de Rubio e avaliação de influência em Venezuela. Governo norte-americano avalia atuação de Havana e presença de agentes em Caracas

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(Imagem de reprodução da internet).

Reafirmação de Postura Firme em Relação a Cuba

O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, e o secretário de Estado, em declarações proferidas neste sábado (3 de janeiro de 2026), sinalizaram que o governo norte-americano pode adotar uma política mais rigorosa em relação a Cuba.

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As palavras foram ditas após a operação realizada na Venezuela, marcando um momento de tensão nas relações bilaterais.

Marco Rubio, em particular, direcionou críticas contundentes ao governo cubano, descrevendo-o como um “desastre” e seus líderes como “senis e incompetentes”. Em tom de advertência, expressou a preocupação de que autoridades em Havana acompanhassem de perto os próximos passos dos Estados Unidos.

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O secretário de Estado, em resposta a uma pergunta de um jornalista cubano, confirmou que a situação da ilha “entrará na pauta” do governo norte-americano. Afirmou que os EUA desejam “ajudar o povo de Cuba” e também indivíduos que, segundo ele, foram forçados a deixar o país.

Informações divulgadas durante a entrevista indicaram que membros do governo dos EUA avaliam que Cuba exerce influência política e de segurança sobre o regime venezuelano. Autoridades norte-americanas mencionaram a presença de agentes cubanos na proteção do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

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A relação de Marco Rubio com Cuba é histórica e central em sua trajetória política. Ele é filho de imigrantes cubanos que deixaram a ilha após a Revolução de 1959. Rubio tem sido um crítico consistente da aproximação com o governo cubano, defendendo sanções econômicas e o isolamento diplomático de Havana.

No Congresso, Rubio se destacou como um dos principais críticos da reaproximação promovida por Barack Obama, atuando para reverter flexibilizações adotadas pelos governos democratas. Ele também defende a tese de que Cuba exerce influência política, militar e de inteligência sobre aliados regionais, como Venezuela e Nicarágua.

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