Marco Buzzi Solicita Afastamento Médico em Investigação Polêmica no STJ
Ministro do STJ, Marco Buzzi, Solicita Afastamento Médico! 🚨 Investigação por importunação sexual intensifica-se. Saiba mais!
Ministro do STJ, Marco Buzzi, Solicita Afastamento Médico em Investigação
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, de 68 anos, solicitou um pedido de afastamento médico de 90 dias. A medida, formalizada com o envio de um laudo psiquiátrico, foi tomada na manhã de terça-feira (10 de fevereiro de 2026), data da reunião do pleno do STJ para discutir a conduta do ministro, que está sendo investigado por pelo menos dois casos de importunação sexual.
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Investigação e Decisões Preliminares
Buzzi não participará da reunião do pleno, estando internado no DF Star. A solicitação de licença médica, formalizada na semana passada ao presidente da Corte, Herman Benjamin, conforme reportado pelo Poder360, previa 10 dias de afastamento até 15 de fevereiro.
O gabinete do ministro justificou a necessidade da medida devido a um quadro de saúde que exige atenção médica redobrada, especialmente em situações de forte tensão, considerando que nos últimos cinco anos o ministro teve instalados em seu coração cinco stents e um marca-passo.
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Novas Denúncias e Reclamações
A sessão do pleno, originalmente marcada para as 10h, começou por volta das 10h35h. O acesso ao pleno foi restrito, com as vias de acesso trancadas e a imprensa redirecionada para o estacionamento do Tribunal, sob ordens do presidente da Corte. Os ministros devem decidir sobre o afastamento cautelar do colega.
Em votação na última quarta-feira (4 de fevereiro), o pleno do STJ votou pela abertura de um processo de sindicância. Após as investigações, o processo pode ser arquivado, gerar uma advertência, suspensão de até 30 dias ou evoluir para um processo disciplinar, que acionaria o Ministério Público.
Reação do CNJ e da Defesa
Os ministros responsáveis pela comissão de sindicância são Raul Araújo, Antônio Carlos Ferreira e Francisco Falcão, sendo este último substituiu a ministra Isabel Gallotti, que se declarou impedida. Luís Felipe Salomão, vice-presidente do STJ, é o suplente da comissão.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ouviu um novo relato de uma possível vítima de Buzzi, realizado na segunda-feira (9 de fevereiro de 2026). A Corregedoria Nacional de Justiça, comandada pelo ministro do STJ Mauro Campbell, ouviu depoimento de “possível vítima de fatos análogos àqueles objeto de procedimento em curso” e abriu uma nova “reclamação disciplinar para apuração destes novos fatos”.
A defesa do ministro afirmou que não teve acesso aos autos do processo após pedido feito na semana passada e que o vazamento antecipado de informações alheias aos canais institucionais e antes mesmo do acesso da defesa aos autos, revela um esforço deliberado de constranger o devido processo legal e influenciar indevidamente futuras decisões judiciais.
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