Marcel inaugura no Breuer: Arte e leilões inéditos na Madison Avenue!

Inaugura o Marcel, Novo Ponto de Encontro entre Arte e Leilões na Madison Avenue
O Marcel inaugura hoje, dia 16, um novo espaço no piso inferior do edifício Breuer, na Madison Avenue. O local permitirá que os clientes participem de leilões de obras de arte diretamente de suas mesas. Em noites de pregão, garçons circularão com telefones vermelhos em bandejas para receber ofertas, enquanto iPads acompanharão as vendas em tempo real, conforme noticiado pelo Wall Street Journal.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O Espaço e a História do Edifício Breuer
Este restaurante de capacidade para 104 pessoas ocupa o subsolo do prédio brutalista, projetado por Marcel Breuer em meados da década de 1960. Ele está localizado na interseção da Madison Avenue com a Rua 75. A Sotheby’s mudou sua sede para este endereço em novembro do ano passado.
Mudança de Local e Crescimento do Público
Anteriormente, o edifício abrigou por décadas o Whitney Museum of American Art, além de partes da coleção do Metropolitan e da Frick durante períodos de reforma. Segundo Charles F. Stewart, CEO da casa de leilões, a nova sede triplicou o número de visitantes em comparação com seu antigo local na York Avenue.
Destaques Artísticos e Curadoria Especializada
O principal chamariz do Marcel são as obras expostas nas paredes. A casa apresenta peças que serão leiloadas nas semanas seguintes ou itens emprestados de coleções particulares. Todos esses itens podem ser adquiridos em pregão ou por venda privada, com valores que atingem de seis a sete dígitos.
Acervo Inaugural e Influências Artísticas
Na abertura, os clientes desfrutarão de um jantar sob “King of Spades”, uma pintura abstrata de Joan Mitchell que foi arrematada por quase US$ 3 milhões na própria Sotheby’s em 2004. O acervo inicial também conta com trabalhos de Andy Warhol, Alexander Calder, Henri Matisse e John Chamberlain.
Leia também
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Design e Gastronomia no Marcel
A curadoria da primeira exposição foi realizada por Robin e Stephen Alesch, proprietários do escritório de design Roman and Williams, em colaboração com especialistas da Sotheby’s. O foco da mostra recai sobre obras americanas dos anos 1960, em alusão à exposição inaugural do Whitney no prédio, ocorrida em 1966.
Roman and Williams também foi responsável pelo projeto de interiores, batizado em homenagem ao arquiteto do prédio. O ambiente combina paredes de nogueira, banquetas de mohair em tom cacau, luminárias de bronze e vidro fundido da RW Guild, juntamente com peças vintage originais de Breuer.
Experiência Completa: Do Cardápio ao Jardim
O bar, revestido de espelhos, oferece drinques em copos japoneses artesanais. Vitrines espalhadas pelo salão exibem joias, fragmentos de asteroide e um dente de brontossauro, alguns com suportes para copos.
Gastronomia Francesa e Opções para Todos os Momentos
A chef parisiense Marie-Aude Rose comandou o cardápio, que segue uma linha continental com base francesa. O menu inclui pratos como confit de pato, linguado à meunière, escargots, filé de boeuf, lagosta com abacaxi assado e creme de cúrcuma e gengibre.
Há também um frango à páprica, inspirado na receita que a mãe de Breuer preparava para o filho. As sobremesas, chamadas “Les Grands”, incluem o “Le Dome”, um bolo de sorvete de coco e morango para até quatro pessoas. A carta de vinhos foi montada em parceria com a Sotheby’s Wine, oferecendo acesso a safras antigas e lançamentos.
Detalhes que Criam a Atmosfera
O complexo ainda abriga a La Mercerie Patisserie, uma padaria e café aberto o dia todo. O jardim de esculturas original do edifício foi reformulado e agora serve café da manhã, almoço e jantar ao ar livre, entre árvores e obras de arte.
Toques Pessoais e Área Exclusiva
A ideia dos telefones vermelhos surgiu de uma história contada por Robert Evans a Robin Alesch quando ela era adolescente, remetendo aos aparelhos levados às mesas de um restaurante em Los Angeles. Ela optou pelo vermelho dos caminhões de bombeiros, pensando na celebração de um arremate.
A trilha sonora foi assinada por Randall Poster, supervisor musical de longa data de Wes Anderson, com playlists variadas conforme o dia da semana. Nos fundos, há uma sala de jantar privativa com paredes de veludo, pensada para que colecionadores possam expor suas próprias obras antes de levá-las a leilão.
Autor(a):
redacao
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.


