Manobras Conjuntas Demonstram Poderio Militar em Contexto de Segurança Desafiador
As forças aéreas do Japão e dos Estados Unidos realizaram manobras conjuntas nesta quinta-feira, 11, conforme anúncio do Estado-Maior japonês. A ação representa uma demonstração de poderio militar, em resposta a recentes protestos do Japão e da Coreia do Sul sobre a incursão de aviões militares chineses e russos em áreas próximas aos seus espaços aéreos.
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Este incidente levou ambos os países a mobilizarem caças de defesa.
O Estado-Maior Conjunto do Japão afirmou que o exercício foi desenvolvido “em um contexto de segurança cada vez mais desafiador”. “Com este exercício, confirmamos a firme vontade do Japão e dos Estados Unidos de não permitir nenhuma mudança unilateral do status quo pela força, bem como a preparação” das forças militares japonesas e americanas, declarou o Estado-Maior no X.
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Exercícios Táticos e Preocupações com a Segurança Nacional
Os “exercícios táticos” realizados sobre o Mar do Japão envolveram dois bombardeiros americanos B-52, além de caças japoneses, incluindo três F-35 e três F-15. O Japão também informou que, em águas internacionais próximas à ilha de Okinawa, no sul do país, aviões militares chineses haviam fixado seu radar em duas ocasiões em aeronaves de combate japonesas.
Em resposta, o país mobilizou aeronaves de apoio para garantir a segurança de seus aviões.
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Reações Diplomáticas e Manobras Conjuntas
Pequim e Moscou explicaram que os voos conjuntos eram parte de exercícios militares, com o Ministério da Defesa russo destacando a participação específica de “bombardeiros estratégicos”. Tanto o Japão quanto a Coreia do Sul, assim como a Coreia do Norte, reivindicam o arquipélago de Dokdo, enquanto Ieodo, uma rocha submersa perto da ilha sul-coreana de Jeju, é um ponto de disputa entre Seul e Pequim, que também a incluíram em suas zonas de defesa aérea.
