Maílson da Nóbrega lança livro e ataca PT! Ex-ministro critica radicalmente o futuro do Brasil e aponta o PT como entrave ao desenvolvimento. Descubra as 9 razões chocantes!
O ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, 83 anos, lança seu 7º livro, da Matrix Editora, e oferece um diagnóstico contundente sobre os desafios que o Brasil enfrenta para se tornar um país rico. Em entrevista exclusiva ao Poder360, o economista aponta o Partido dos Trabalhadores (PT) como um dos principais fatores que impedem o avanço do país, argumentando que a legenda permanece presa a concepções econômicas ultrapassadas e resiste às reformas necessárias para elevar a produtividade e sustentar um ciclo de crescimento robusto.
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“O Brasil precisa de um partido de esquerda moderno, competitivo para se contrapor à direita e equilibrar o jogo político. O PT não é esse partido. O PT tem ideias equivocadas, precisa mudar para o bem dele e do país”, afirma Nóbrega, ressaltando a importância de uma visão econômica atualizada para enfrentar os desafios do século XXI.
O economista lista nove razões que, segundo ele, contribuem para a estagnação econômica do país, incluindo a alta taxa de juros, a vinculação de aposentadorias ao salário mínimo e a presença estatal em setores da economia. Ele critica a política de gastos públicos para estimular o crescimento, argumentando que essa abordagem gera inflação e prejudica os mais pobres.
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“Essa crise está anunciada desde a Constituição de 1988. Montamos um Estado de bem-estar semelhante ao europeu em um país que não tinha ficado rico. Os constituintes tinham como missão eliminar a pobreza e a desigualdade. Nada contra, isso é bom.
Só que em outros países, isso aconteceu pelo desenvolvimento. É o caso da China, que tirou 800 milhões de pessoas da pobreza promovendo o crescimento acelerado da economia, não Estado de bem-estar”, explica Nóbrega.
O economista destaca a necessidade de reformas estruturais, como a reforma da previdência e a privatização de empresas estatais, para liberar recursos e estimular o investimento. Ele critica a dependência do Estado em setores como o petróleo e os Correios, argumentando que essas empresas podem ser mais eficientes em mãos de investidores privados.
“É claro que pode ter errado. Mas no processo de fiscalização, da chamada supervisão bancária, o BC é hoje considerado um dos melhores do mundo. Foi considerado o melhor BC do mundo por uma prestigiosa revista financeira do Reino Unido e 2 presidentes ganharam o prêmio mais de uma vez de melhor banqueiro ce”, comenta Nóbrega, enfatizando a importância de uma supervisão bancária eficiente.
O economista também alerta para os riscos de uma crise fiscal, que, segundo ele, já está anunciada desde a Constituição de 1988. Ele aponta para a alta taxa de juros, a dependência do Estado em setores como o petróleo e os Correios, e a falta de reformas estruturais como fatores que podem desencadear uma crise fiscal.
“É claro que pode ter errado. Mas no processo de fiscalização, da chamada supervisão bancária, o BC é hoje considerado um dos melhores do mundo. Foi considerado o melhor BC do mundo por uma prestigiosa revista financeira do Reino Unido e 2 presidentes ganharam o prêmio mais de uma vez de melhor banqueiro ce”, comenta Nóbrega, enfatizando a importância de uma supervisão bancária eficiente.
Nóbrega ressalta que, mesmo que o PT ganhe as eleições de 2026, a legenda não é a melhor opção para o país. Ele argumenta que o PT tem ideias equivocadas e resiste às reformas necessárias para promover o crescimento econômico.
“É claro que pode ter errado. Mas no processo de fiscalização, da chamada supervisão bancária, o BC é hoje considerado um dos melhores do mundo. Foi considerado o melhor BC do mundo por uma prestigiosa revista financeira do Reino Unido e 2 presidentes ganharam o prêmio mais de uma vez de melhor banqueiro ce”, comenta Nóbrega, enfatizando a importância de uma supervisão bancária eficiente.
O economista conclui a entrevista com um alerta: o Brasil precisa de uma mudança de mentalidade e de políticas econômicas para superar a estagnação e alcançar o desenvolvimento sustentável.
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