Ex-Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, Morreu em Bombardeio
Agências internacionais divulgaram, neste domingo (1º de março de 2026), que o ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, de 69 anos, faleceu após um ataque a sua residência ocorrido na sexta-feira (28 de fevereiro). A confirmação da morte ainda aguarda o governo iraniano.
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O ataque, segundo informações preliminares, foi realizado por forças dos Estados Unidos e de Israel.
Contexto da Morte
Relatos indicam que os seguranças do ex-presidente também perderam a vida no ataque à residência de Ahmadinejad, localizada em Teerã. A natureza do ataque e os responsáveis ainda estão sendo investigados. A situação levanta preocupações sobre a segurança e a estabilidade na região.
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Trajetória Política
Antes de assumir a presidência do Irã em 2005, Mahmoud Ahmadinejad exerceu cargos importantes, como governador da província de Ardabil e prefeito de Teerã. Sua gestão presidencial durou dois mandatos, marcados por tensões internacionais e políticas controversas.
Conselho de Discernimento
Após deixar a presidência, Ahmadinejad foi nomeado para o Conselho de Discernimento da Conveniência do Poder, um órgão consultivo de 48 membros vinculado ao Gabinete do Líder Supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Essa nomeação refletia a influência contínua do ex-presidente no cenário político iraniano.
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Encontros com Lula
Os mandatos de Ahmadinejad coincidiram com os dois primeiros períodos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois líderes se encontraram em pelo menos três ocasiões. Em 2009, durante uma visita de Ahmadinejad ao Brasil, Lula defendeu o direito do Irã de desenvolver um programa nuclear para fins pacíficos, ressaltando o desejo de um Oriente Médio livre de armas nucleares.
Posicionamento de Lula em 2009
Na época, Lula afirmou que o Brasil alinhava-se com a posição de que o Irã deveria ter o direito de desenvolver um programa nuclear com fins pacíficos, desde que respeitasse os acordos internacionais. O presidente brasileiro também expressou o desejo de ver o Oriente Médio livre de armas nucleares, em consonância com a visão de que a não proliferação e o desarmamento nuclear deveriam andar juntos.
Lula também manifestou o interesse do Brasil em obter um assento no Conselho de Segurança da ONU.
