O senador Magno Malta (PL-ES) tentou visitar o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que se encontra em custódia, em 17 de janeiro de 2026. A tentativa de acesso à unidade da Polícia Militar do Distrito Federal foi negada por oficiais.
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A informação consta em ofício encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026.
Detalhes da Intervenção Policial
O comandante do 19º Batalhão da Polícia Militar, Allenson Nascimento Lopes, relatou que o senador Malta estava presente nas dependências da unidade com a intenção de conhecer a cela do ex-presidente. Segundo o documento, a autorização para a visita não foi concedida devido à falta de autorização judicial prévia.
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Os policiais informaram ao senador que apenas familiares expressamente autorizados têm direito a visitações permanentes, e que qualquer outra visita, incluindo a de autoridades, requer cadastro prévio e autorização do Supremo Tribunal Federal.
Solicitação de Oração e Regras Específicas
O senador Malta questionou a possibilidade de realizar uma oração no local. Os policiais esclareceram que a assistência religiosa segue regras específicas, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes.
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Bolsonaro pode receber assistência religiosa do bispo Robson Lemos Rodovalho e do pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni. As visitas podem ser realizadas uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, de forma individual, por até uma hora.
Aproximação e Abordagem da Polícia Militar
O senador Malta permaneceu cerca de 30 minutos nas imediações da unidade e, em seguida, se retirou voluntariamente. Um veículo oficial do Senado estacionou em via adjacente ao batalhão, e o motorista realizou filmagem do entorno do local.
Diante do potencial risco à segurança institucional, foi realizada abordagem orientativa por equipe da Polícia Militar do Distrito Federal, com esclarecimento de tratar-se de área sensível.
Solicitação Anterior e Justificativas
O senador havia solicitado autorização para visitar Bolsonaro em 12 de janeiro, quando o ex-presidente ainda estava na Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília. A solicitação se baseava nas prerrogativas parlamentares de fiscalização dos atos do Estado, conforme declarado no ofício.
