Nicolás Maduro busca diálogo com EUA para preservar chavismo. Proposta condiciona participação chavista e anistia. EUA intensificam pressão militar na Venezuela
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido Venezuelano), manifestou disposição para iniciar diálogos com os Estados Unidos. A proposta, divulgada na sexta-feira (31.out.2025), condiciona a abertura de negociações à garantia da participação de representantes do movimento chavista em um possível processo de transição política e à concessão de anistia para membros do governo venezuelano.
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O objetivo declarado é preservar a influência do chavismo no país.
A iniciativa surge em um contexto de crescente pressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. Nos últimos dois meses, a administração Trump intensificou ações de combate ao narcotráfico, com investidas que se concentram no mar do Caribe e no Pacífico.
A Venezuela detém as maiores reservas petrolíferas do mundo, o que torna a região estratégica para os interesses americanos.
Segundo informações da imprensa norte-americana, o governo Trump está reavaliando a possibilidade de autorizar ataques diretos contra instalações militares venezuelanas. Essa medida, que Trump negou na semana anterior, surge como uma resposta à escalada das ações americanas na região.
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Maduro busca apoio internacional para enfrentar a pressão.
Fontes indicam que Maduro tem buscado o apoio da China, Rússia e Irã, em face do avanço das tropas norte-americanas no Caribe. A situação complexa envolve tensões geopolíticas e disputas por influência na América do Sul. A busca por um acordo de negociação representa um esforço para evitar um conflito mais amplo.
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