Macron celebra fim da ditadura em Venezuela com captura de Maduro

Emmanuel Macron celebra liberdade do povo venezuelano, após captura de Nicolás Maduro. Ataques dos EUA em Caracas e La Guaira chocam o cenário internacional.

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente francês, Emmanuel Macron, celebrou neste sábado (3) a situação atual na Venezuela, declarando que o “povo venezuelano hoje está livre da ditadura de Nicolás Maduro”. Macron também criticou o governo de Maduro, afirmando que ele “pisoteava em liberdades fundamentais” e “cometeu graves afrontas contra a dignidade de seu povo”.

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O presidente francês expressou esperanças quanto a um período de transição que seja “pacífico, democrático e respeite a vontade do povo venezuelano”.

Transição e Expectativas

Macron espera que Edmundo González Urrutia, que segundo ele foi eleito em 2024, garanta que essa transição ocorra “o mais rápido possível” e que esteja conversando com parceiros locais. A expectativa é que o processo de transição seja conduzido de forma a garantir a liberdade e a autodeterminação do povo venezuelano.

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Ataques e Captura de Maduro

Donald Trump confirmou neste sábado (3) que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado do país”. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, disse Trump em sua rede Truth Social.

Impacto dos Ataques

O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.

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Reações e Informações

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou que os bombardeios atingiram civis. O general afirmou que estão reunindo “as informações referentes a feridos e mortos diante do ataque vil e covarde” dos Estados Unidos.

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