Lula retorna a Brasília e critica operação militar dos EUA na Venezuela

Presidente Lula acompanha operação militar nos EUA na Venezuela; Brasil condena violação da soberania e busca soluções no cenário internacional.

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Retorno do Presidente e Reação à Operação Militar na Venezuela

O presidente do Brasil (PT) retorna a Brasília nesta terça-feira (6 de janeiro de 2026), após interromper parte de seu recesso no Rio de Janeiro para acompanhar a operação militar conduzida pelos Estados Unidos na Venezuela. O encontro com sua equipe no Palácio do Planalto visa discutir a situação e definir estratégias de acompanhamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos dias, o presidente conduziu videoconferências com a então vice-presidente venezuelana, buscando confirmar informações divulgadas na imprensa. A reunião com Rodríguez ocorreu no sábado (3 de janeiro) pouco após a ação.

O governo Lula enfatiza que Rodríguez exercerá a Presidência interina. Em comunicado, o presidente classificou a operação como uma grave violação da soberania venezuelana, alertando para o risco de criar precedentes perigosos para a ordem internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A posição oficial do Brasil se concentra na defesa da soberania, do multilateralismo e da estabilidade regional, evitando menções específicas a figuras políticas ou eventos recentes.

Na segunda-feira (5 de janeiro de 2026), o embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, abordou a questão durante uma reunião do Conselho de Segurança. Ele reiterou que nenhum país tem o direito de determinar o que é justo ou legítimo, nem de violar a soberania de outras nações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

O Brasil defende que qualquer solução para a crise deve respeitar a Constituição e a autodeterminação do povo venezuelano. A China também expressou sua condenação à operação, defendendo a América Latina e o Caribe como uma região de paz.

Maduro e Cilia Flores se declararam inocentes, e Rodríguez afirmou que qualquer relação com Washington deve respeitar o direito internacional e a soberania do país.

Sair da versão mobile