Lula ordena responsabilização de auditor David Cosac após agressão em Águas Claras
Presidente Lula ordena responsabilização de auditor da CGU, David Cosac Júnior, após agressão em Águas Claras. Servidor é afastado e investigado pela CGU
Presidente Lula Determina Responsabilização do Auditor da CGU
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou a abertura de um processo interno para a responsabilização e demissão do auditor da Controladoria-Geral da União (CGU), David Cosac Júnior, após ser flagrado em vídeo praticando agressões contra uma mulher e uma criança em Águas Claras, no Distrito Federal.
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O incidente, ocorrido em 7 de dezembro, veio à tona após a divulgação das imagens pela mídia. As filmagens mostram o servidor público desferindo golpes contra a mulher, que carregava uma criança de quatro anos, em um estacionamento de condomínio.
As agressões, que duraram aproximadamente 20 segundos, terminaram quando mãe e filho caíram no chão. O presidente Lula classificou o episódio como “inadmissível”, enfatizando a necessidade de responsabilização de servidores públicos.
Resposta do Governo e Ações da CGU
O presidente determinou ao ministro Vinicius Marques de Carvalho, controlador-geral da União, a abertura de um processo administrativo para a expulsão do agressor do serviço público. A CGU já havia anunciado medidas administrativas, classificando as agressões como “gravíssimas e inaceitáveis” e ressaltando a criminalidade da violência contra mulheres e crianças.
As providências incluem a abertura de investigação preliminar pela Corregedoria-Geral da União e pela Comissão de Ética, a suspensão do auditor de funções de chefia, a proibição de acesso aos prédios da CGU e o encaminhamento do caso às autoridades competentes.
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Investigação e Denúncia
A Polícia Civil registrou a ocorrência após denúncia do subsíndico do condomínio. A vítima, que optou por não registrar boletim de ocorrência, foi ouvida por telefone.
O servidor David Cosac Júnior alegou que as agressões ocorreram após o término do relacionamento com a mulher. Não houve prisão imediata.
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