Disfarce de um Humano: Reescrita do Texto
Em 8 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma cerimônia no Palácio do Planalto para marcar os três anos dos ataques golpistas aos Três Poderes, ocorrido em 8 de janeiro de 2023. O evento reuniu uma parcela significativa do governo, governadores aliados e uma representação limitada do Legislativo e do Judiciário.
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A ausência de chefes dos outros poderes foi notável.
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Participantes do Governo e do Congresso
A cerimônia contou com a presença de ministros, governadores e representantes das Forças Armadas. Ministros como Rui Costa (Casa Civil), Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), José Múcio (Defesa), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Dário Durigan (Fazenda) estiveram presentes.
Do Congresso, compareceram parlamentares do PT, como José Guimarães (líder da base governista na Câmara), Beto Faro e Veneziano Vital do Rêgo. Também participaram representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco da Amazônia e da ApexBrasil.
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Representação do Judiciário e das Forças Armadas
A participação do Judiciário foi restrita ao ministro Edson Fachin (STF), relator dos processos relacionados ao 8 de Janeiro. A ausência do ministro Alexandre de Moraes, também relator, foi significativa. As Forças Armadas, por meio do almirante Marcos Olsen (comandante da Marinha), do general Tomás Paiva (comandante do Exército) e do brigadeiro Marcelo Damasceno (comandante da Aeronáutica), também estiveram presentes.
Atmosfera e Reações
A cerimônia ocorreu em um ambiente marcado por palavras de ordem contra a anistia aos envolvidos nos ataques. A plateia expressou sua oposição à tramitação no Congresso de propostas que suavizam as penas dos condenados. O ministro Ricardo Lewandowski, em seu discurso de encerramento, abordou a importância da punição e a responsabilidade do Judiciário.
O presidente Lula reiterou a necessidade de responsabilização dos envolvidos e defendeu que a definição dos critérios de punição caberia ao Judiciário.
Conclusão e Demonstração de Proximidade
Após a cerimônia, Lula interagiu com o público na área externa do Palácio do Planalto, reforçando a proximidade com a militância e demonstrando apoio à luta contra a anistia. O evento marcou um momento de reafirmação do governo em relação aos ataques e à defesa das instituições democráticas.
