Lula lança plano ambicioso para reduzir dependência de combustíveis fósseis no Brasil

Brasil lança plano ambicioso para reduzir dependência de combustíveis fósseis. Governo Lula define “mapa do caminho” para transição energética e cria fundo de transição

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasil Apresenta Plano para Reduzir Dependência de Combustíveis Fósseis

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou, em 8 de novembro, que o governo brasileiro desenvolva um plano detalhado para diminuir a dependência de combustíveis fósseis. A iniciativa, formalizada por meio de despacho presidencial, busca estabelecer um “mapa do caminho” para a transição energética no país.

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O compromisso foi assumido em novembro, durante a Conferência do Clima da ONU, onde o Brasil se comprometeu a criar um esboço para abandonar o uso de gás, petróleo e carvão. A proposta visa enfrentar os desafios do aquecimento global, reconhecendo o papel central desses combustíveis na emissão de gases de efeito estufa.

Detalhes do Plano Governamental

O governo brasileiro, através dos ministérios da Fazenda, Meio Ambiente, Mudança do Clima e Minas e Energia, além da Casa Civil, deve elaborar diretrizes para a redução gradual da dependência de combustíveis fósseis. Uma das principais medidas previstas é a criação de um Fundo para a Transição Energética, financiado com receitas provenientes do setor petrolífero.

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O plano deve ser apresentado em até 60 dias e, posteriormente, será avaliado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão consultivo do governo. A apresentação do “mapa do caminho” foi considerada a proposta mais ambiciosa do Brasil na COP30.

Reações Internacionais e Apoio

A iniciativa brasileira enfrentou resistência de países produtores de petróleo, como Arábia Saudita, Irã e Rússia. No entanto, o governo recebeu apoio de uma coalizão formada por Colômbia, Espanha, França e Ilhas Marshall, que se comprometeram a participar de uma conferência internacional contra os combustíveis fósseis, a ser realizada em Santa Marta, Colômbia, em abril de 2026.

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