Em um discurso realizado no sábado, 7 de fevereiro de 2026, o presidente Lula da Silva expressou o apoio do Partido dos Trabalhadores à nação cubana, afirmando que o PT “tem que encontrar um jeito de ajudar” o país, que ele considera vítima de um “massacre de especulação” orquestrado pelos Estados Unidos.
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O petista enfatizou a soberania do Brasil, reiterando o desejo de colaboração com diversos nações, mas ressaltando a necessidade de evitar o retorno a situações de colonialismo. Lula classificou a situação em Cuba como um ataque econômico, defendendo a solidariedade do povo brasileiro com os cubanos.
Questões na Venezuela
Além do apoio a Cuba, Lula abordou a complexa situação na Venezuela, defendendo que a resolução dos problemas do país deve ser liderada pelo próprio povo venezuelano, sem interferência externa, como a que ele associa às ações do ex-presidente Donald Trump.
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O presidente enfatizou a importância de uma solução interna, sem pressão externa, para a crise venezuelana.
Repercussões e Reações
O posicionamento de Lula ocorre em um contexto de crescente tensão diplomática, com a Casa Branca adotando uma postura mais firme em relação a Cuba. O ex-presidente Donald Trump, em 11 de janeiro, sugeriu que Havana buscasse um acordo antes que fosse tarde demais.
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Ações e Pressões Internacionais
A situação se agrava com a pressão internacional. O México suspendeu temporariamente o envio de combustíveis a Cuba, sob pressão dos Estados Unidos. A presidente do partido Morena, não informou a duração dessa medida.
Declarações e Reações Políticas
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reafirmou a soberania de seu país. O evento do PT em Salvador, comemorando os 46 anos do partido, também teve um tom eleitoral, marcando o início da pré-campanha de Lula à reeleição.
