Lula lamenta Holocausto em Israel e critica Flávio; debate sobre antissemitismo reacende. Presidente do PT homenageia vítimas em Israel e declara: “Um dia de solidariedade”
O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) participou de uma homenagem às vítimas do Holocausto na terça-feira, 27 de janeiro de 2026, marcando os 81 anos da data em que o maior campo de concentração, construído pelos nazistas, foi estabelecido.
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A declaração buscou enfatizar a necessidade de recordar os horrores que a humanidade é capaz de cometer contra si mesma.
A fala ocorreu após um evento em Israel, onde o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL) utilizou o termo “termo usado para se referir a hostilidade, discriminação ou preconceito contra judeus, seja por motivos religiosos, étnicos ou culturais” durante um discurso.
O presidente Lula mencionou que, em 2004, assinou uma petição à Organização das Nações Unidas (ONU) para instituir o 27 de janeiro como uma data oficial. “Um dia de recordar os que perderam suas vidas e prestar solidariedade às milhões de famílias destruídas e ao sofrimento de todo um povo.
Um dia de defesa dos Direitos Humanos, da convivência pacífica e das instituições democráticas, elementos fundamentais do mundo mais justo que queremos deixar para as próximas gerações”, declarou.
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Em uma conferência internacional sobre o combate ao antissemitismo em Jerusalém, Flávio afirmou que “não é exagero” atribuir a classificação de “antissemita” ao presidente Lula, considerando “suas ideias, nos seus assessores, nas suas palavras e nas suas ações”.
O senador afirmou que a aproximação do governo Lula com o Irã, os votos contra o governo israelense em organizações internacionais e a comparação de Lula entre Israel e o Holocausto “não são erros isolados, mas um padrão claro e intencional”.
Flávio disse: “Existe apenas um Estado judeu no mundo. Negar a ele o direito de existir não é debate político, é discriminação”. O pré-candidato à Presidência afirmou que, se eleito, fará mudanças na política externa brasileira para realinhar o Brasil com Israel e as “democracias que combatem o terrorismo”.
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