Lula e Von der Leyen selam acordo Mercosul-UE após 26 anos de negociações

Mercosul e União Europeia selam acordo histórico! Lula e Ursula von der Leyen celebram parceria de 26 anos com foco em comércio e sustentabilidade

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Blocos Mercosul e União Europeia Assinam Acordo Multilateral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia foi construído sobre os princípios do multilateralismo e os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O encontro ocorreu no Rio de Janeiro, com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Lula enfatizou que o Brasil busca superar o papel tradicional de exportador de produtos primários. “Reafirmamos nosso respeito aos pactos internacionais das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Não queremos nos limitar a ser apenas exportadores de commodities.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Almejamos produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado”, afirmou.

Segundo o presidente, os blocos compartilham valores como o respeito à democracia, ao Estado de Direito e aos direitos humanos. Ele ressaltou a importância do diálogo político e da cooperação para garantir padrões elevados de proteção aos direitos trabalhistas e à defesa do meio ambiente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Ursula von der Leyen destacou o que ela considerou como a “liderança política, compromisso pessoal e paixão” de Lula para a concretização do acordo, que se estende por 26 anos de negociações. A presidente da Comissão Europeia afirmou que “o melhor ainda está por vir” com essa parceria.

O acordo entre os blocos será assinado no Paraguai, mas o presidente brasileiro não participará. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, representará o Brasil na assinatura do documento.

O acordo busca reduzir tarifas alfandegárias e facilitar o comércio de bens e serviços entre os blocos, além de incluir compromissos em propriedade intelectual, compras públicas e sustentabilidade ambiental. A Comissão Europeia havia formalizado o acordo em 9 de janeiro.

Países como França, Polônia, Áustria, Irlanda e Hungria expressaram suas reservas em relação ao texto do acordo.

Sair da versão mobile