Rebaixamento da Acadêmicos de Niterói causa furor político! Lula e PT sob ataque após samba polêmico. Reações de Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e outros. Saiba mais!
O rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói ao Grupo Especial da Série de Ouro em 2026 gerou uma onda de comentários e críticas de figuras políticas de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A situação, que envolveu um samba-enredo que homenageava o petista, foi rapidamente utilizada como ferramenta de ataque político, com diversos parlamentares e figuras públicas aproveitando o momento para reforçar suas posições e criticar o governo.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi um dos primeiros a se manifestar. Em publicações no X (ex-Twitter), o político compartilhou um vídeo com a ala “Neoconservadores em Conserva” e afirmou que “quem ataca a família não merece aplauso”.
Ele também declarou que “dos projetos de Deus não se zomba” e criticou Lula, afirmando que “Lula é sempre uma ideia ruim, seja para governar o país, seja para um samba-enredo”. O senador Bolsonaro chegou a fazer uma projeção ousada, sugerindo que “Depois dessa escola, o próximo rebaixamento vai ser do Lula e do PT”.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também se pronunciou sobre o caso, ironizando que “a primeira derrota do PT em 2026 já veio”. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) argumentou que o rebaixamento da escola de samba “demonstra como Lula está afundando o Brasil”.
O deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) fez duas publicações no X, compartilhando uma imagem de Lula em um rótulo de conserva e acusando o petista de “atacar conservadores, usar dinheiro público, fazer propaganda política irregular e rebaixar a escola”.
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O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) classificou o rebaixamento como “um presságio”. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC) afirmou que Lula “saiu do desfile para uma derrota humilhante”. O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) acusou a escola de samba de ter feito uma “campanha antecipada para Lula”, de ter “atacado Bolsonaro” e de ter “zombado de cristãos e da família”.
O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, aparentemente um evento isolado no mundo do carnaval, se transformou em um palco para a disputa política no Brasil em 2026. As reações dos políticos de oposição, amplificadas pelas redes sociais, evidenciam a polarização do cenário político e a utilização de eventos aparentemente triviais para fins de ataque e defesa ideológica.
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