Lula e Macron se encontram em Nova Délhi! 🚀 Reunião bilateral agendada na Cúpula da IA. Negociações em andamento com a Índia e discussões sobre o futuro de Gaza. Saiba mais!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Emmanuel Macron (Renascimento, centro) conseguiram agendar uma reunião bilateral em Nova Délhi, durante a Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial. As equipes de ambos os países estão trabalhando para ajustar o horário e o formato do encontro, que foi um dos objetivos da viagem à Índia.
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De acordo com a Embaixada da França no Brasil, os dois chefes de Estado concordaram em “voltar a falar em Délhi” e, desde então, diplomatas têm se dedicado a organizar a conversa. A Presidência da República adota o procedimento comum em viagens multilaterais, adiando a divulgação das reuniões até que a agenda esteja totalmente definida.
Além do encontro com Macron, a equipe presidencial está avaliando outros pedidos de reuniões que podem ocorrer à margem da cúpula e da visita de Estado. A programação ainda está em fase de consolidação, buscando evitar imprevistos e constrangimentos diplomáticos.
O governo brasileiro busca concretizar pelo menos três atos bilaterais com os indianos. As negociações visam fortalecer as relações entre os países em áreas como tecnologia, energia e minerais estratégicos. O Brasil defende acordos sem cláusulas de exclusividade e com prioridade ao processamento local de minerais.
Na área digital, o Brasil defende uma governança multilateral e maior inclusão do Sul Global no debate sobre regulação tecnológica. A realização da cúpula em Nova Délhi, a primeira em um país do Sul Global, reforça essa estratégia. O Planalto busca ampliar o diálogo com diferentes parceiros, evitando alinhamentos automáticos em disputas entre grandes potências.
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A agenda da reunião também pode incluir a discussão da proposta do ex-presidente Donald Trump para criar um mecanismo de paz em Gaza. O governo brasileiro já manifestou discordância em relação ao modelo americano e ainda não formalizou uma resposta ao convite.
A França também não endossou oficialmente a proposta, defendendo que iniciativas de paz devem ser conduzidas sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU).
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