Lula e Bolsonaro: Kassab prevê rejeição histórica e desastroso cenário em 2026

Lula e Bolsonaro têm baixa projeção em 2026? Kassab dispara contra ex-presidente e deputado! O presidente do PSD avalia cenário eleitoral e aponta rejeição

27/04/2026 16:21

2 min

Lula e Bolsonaro: Kassab prevê rejeição histórica e desastroso cenário em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Presidente do PSD Aponta Baixa Projeção para Lula e Bolsonaro em 2026

O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Kassab, expressou nesta segunda-feira (27 de abril de 2026) sua visão pessimista sobre as chances de ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deputado federal Flávio Bolsonaro na disputa à Presidência da República em 2026, atribuindo a alta rejeição popular como principal fator.

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A declaração foi feita durante o “Almoço Empresarial Lide”, um evento que reúne empresários e autoridades, realizado no Hotel W, em São Paulo. Os números recentes da pesquisa Nexus/BTG, divulgada na mesma data, revelaram que a rejeição a Lula e Flávio Bolsonaro atinge 48% do eleitorado brasileiro.

Kassab enfatizou que, considerando o cenário atual, com um candidato possuindo mais de 40% de rejeição, como Lula, e outro com alta rejeição, como Flávio Bolsonaro, é improvável que ambos cheguem ao segundo turno da eleição.

Dados da Pesquisa Nexus/BTG

A pesquisa da Nexus/BTG, conduzida em 27 de abril de 2026, apresentou os seguintes resultados preliminares: Lula com 41% nas pesquisas de primeiro turno, com Flávio Bolsonaro oscilando entre 36% e 38%. Os demais pré-candidatos à Presidência, incluindo o ex-governador de Goiás, alcançam no máximo 6% de intenção de voto.

Análise do Cenário Eleitoral

Segundo Kassab, o desempenho inferior dos demais candidatos é influenciado pela falta de experiência em disputas eleitorais de grande escala. Ele acredita que esses nomes têm potencial para crescer em popularidade ao longo da campanha, à medida que ganham visibilidade entre os eleitores.

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Kassab utilizou o exemplo de sua própria experiência como candidato a prefeito de São Paulo em 2008, onde, apesar de ter tido 33% dos votos no primeiro turno, venceu o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) com 40% de rejeição e a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) com 30% de rejeição, demonstrando que a rejeição não é um fator determinante para a vitória em eleições.

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