O presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em declarações recentes, enfatizou que a inclusão do nome de na chapa do Partido dos Trabalhadores (PT) é uma prioridade absoluta para o partido. Essa posição foi reafirmada em uma reunião no Palácio do Planalto, ocorrida na terça-feira (10 de fevereiro de 2026, conforme informações oficiais.
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Negociações em Curso
O governo, por sua vez, está conduzindo negociações para definir a vaga de vice-presidente, com o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) como um dos principais parceiros em discussão. Campos, em conversas com jornalistas, ressaltou que o apoio do PSB ao presidente Lula permanece firme e que a defesa de Alckmin foi feita de forma direta.
Ele classificou a escolha do vice como um elemento-chave da aliança, descrevendo a conversa como tendo ocorrido em um ambiente de franca e amizade.
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Contexto e Tensão nos Bastidores
A situação se desenrola em um momento de tensão nos bastidores da política nacional. O presidente Lula está avaliando a possibilidade de abrir a vaga de vice para o MDB, visando ampliar a coligação para as eleições de 2026, garantir mais tempo para campanhas de propaganda e fortalecer a base do partido no Congresso Nacional.
Resistências e Especulações
Essa estratégia enfrenta resistência tanto do PSB, que está no governo, quanto do PT. Para o Partido dos Trabalhadores, Alckmin é o vice natural. Campos expressou confiança na relação entre Lula e Alckmin, evitando detalhar cenários alternativos e classificando as discussões sobre possíveis mudanças na chapa como meras especulações.
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Novos Elementos na Dinâmica
Um novo elemento surgiu com a possibilidade de filiação de ao PSB. A ministra recebeu convites para disputar uma vaga no Senado por São Paulo em 2026, o que facilitaria acordos estaduais e diminuiria a dependência do MDB paulista. Caso essa mudança se confirme, a filiação fortalecerá o PSB no maior colégio eleitoral do país e afastará Alckmin do MDB de São Paulo, que atualmente o apoia.
Estratégia e Alianças Consolidadas
A estratégia de Lula com o MDB se baseia no peso do partido nos municípios e na sua força no Congresso. O principal risco é o desgaste potencial com Alckmin, um aliado central do governo. Apesar disso, o vice já sinalizou que não buscará outros cargos caso deixe a chapa, mas manterá seu apoio a Lula.
Ao final da reunião, Campos afirmou sair confiante na aliança nacional.
O PSB e o PT seguirão juntos na montagem dos palanques estaduais, consolidando a parceria em estados do Nordeste, como no Ceará (onde o PSB apoia a reeleição do PT), Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte, onde as legendas integram os mesmos grupos políticos.
Em Pernambuco, Campos irá ao governo estadual e tudo indica que receberá apoio de Lula, apesar de o presidente manter bom diálogo também com a governadora (PSD) – que tenta a reeleição.
