Lula defende acordo global para fim de combustíveis fósseis na COP

Luiz Inácio Lula da Silva defende plano global para fim de combustíveis fósseis. Reuniões com Egito, Arábia Saudita e China. Brasil busca consenso na COP30.

19/11/2025 23:16

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a importância de um esforço global para estabelecer um plano de ação em direção ao fim do uso de combustíveis fósseis. A discussão, segundo o presidente, não envolve a definição de prazos rígidos, mas sim a possibilidade de cada nação determinar seu próprio caminho, considerando suas capacidades e prioridades.

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Essa abordagem visa demonstrar o compromisso do Brasil com a transição energética, sem impor diretrizes.

Reuniões e Negociações Internacionais

Após uma intensa agenda de reuniões com representantes de diversos países, incluindo Egito, Arábia Saudita, China, Índia, Venezuela, União Europeia e outros, o presidente Lula defendeu a necessidade de um acordo global. Essas conversas visam abordar temas de interesse do Brasil, como a adaptação às mudanças climáticas, reconhecendo os impactos que países em desenvolvimento, como o Brasil, enfrentam devido a eventos climáticos extremos.

Compromisso do Brasil

O Brasil, com sua produção significativa de petróleo (5 milhões de barris por dia) e o uso extensivo de etanol misturado à gasolina, além da produção de biodiesel, demonstra um compromisso com a matriz energética limpa. O presidente Lula expressou confiança em convencer o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a gravidade da questão climática e a necessidade de um desenvolvimento verde, apesar da ausência do país na COP30.

Consenso e Responsabilidade Compartilhada

Lula ressaltou a importância do consenso nas decisões da COP e a busca por um denominador comum entre as nações. Ele defendeu que países desenvolvidos assumam a responsabilidade financeira para apoiar as medidas de combate à mudança climática nos países mais vulneráveis.

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Além disso, o presidente enfatizou que empresas do setor de petróleo e mineração também devem contribuir para os custos associados a essa transição.

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