Lula critica tensões no Caribe e defende respeito à Constituição

Presidente da República critica execuções extrajudiciais, gerando polêmica no cenário político.

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(Imagem de reprodução da internet).

Lula Defende Combate ao Narcotráfico com Respeito à Soberania Internacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, durante uma coletiva de imprensa realizada na Indonésia, que o combate ao narcotráfico deve ocorrer dentro da lei e com respeito à soberania dos países. A declaração ocorreu em resposta a questionamentos sobre as recentes propostas do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que defendia ações militares contra grupos de tráfico de drogas fora do território americano.

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Lula criticou a possibilidade de execuções extrajudiciais, enfatizando que líderes devem agir com responsabilidade. Ele ressaltou que o objetivo principal é a prisão de indivíduos, e não a punição precipitada. A declaração reforça a importância de seguir os procedimentos legais, com a necessidade de julgamento e provas antes de qualquer ação penal.

O presidente brasileiro destacou que o Brasil atua no combate ao tráfico de drogas por meio de operações coordenadas com a Polícia Federal e cooperação internacional. A estratégia envolve o trabalho em parceria com outros países, incluindo a Interpol e forças policiais, visando combater o tráfico de armas e o contrabando.

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A fala de Lula ocorre em um contexto de crescente tensão diplomática entre Estados Unidos e Venezuela. Trump reiterou suas propostas de ataques a grupos que ele considera “narcoterroristas”, comparando os cartéis latino-americanos ao Estado Islâmico, e afirmou que não necessita de declaração de guerra para autorizar operações militares contra supostos traficantes.

Washington enviou navios militares ao Caribe, enquanto Caracas mobilizou 5 mil mísseis antiaéreos em resposta.

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Em resposta ao cenário internacional, Lula defendeu o diálogo e a cooperação entre os países. Ele expressou sua disposição em debater esses temas com qualquer chefe de Estado, enfatizando a necessidade de responsabilidade na política internacional para garantir um ambiente global estável e seguro.

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