Lula critica popularidade de influenciadores e alerta sobre riscos da IA

Lula critica popularidade de influenciadores e alerta sobre riscos da IA e desinformação nas eleições de 2026.

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(Imagem de reprodução da internet).

Declarações do Presidente Lula Sobre Influenciadores e Riscos da IA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez comentários sobre a popularidade de influenciadores digitais em comparação com criadores de conteúdo educativo, durante um evento na Casa da Moeda do Brasil, no Rio de Janeiro, na sexta-feira, 16 de janeiro de 2026.

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O petista utilizou o exemplo do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) para ilustrar sua afirmação sobre a disparidade no número de seguidores entre os dois grupos.

Lula destacou que enquanto profissionais que abordam temas sérios, como educação, geralmente possuem um número menor de seguidores – mencionando 4 milhões como um exemplo –, aqueles que produzem conteúdo considerado “bobagem” podem acumular milhões de seguidores, citando 20 milhões como um caso hipotético.

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Ele também mencionou que o ex-presidente Bolsonaro possuía 30 milhões de seguidores.

Durante o discurso, o presidente também expressou preocupações sobre os riscos da inteligência artificial, especialmente para as mulheres. Ele alertou sobre a possibilidade de sistemas de IA serem utilizados para criar imagens falsas, como fotos íntimas, e criticou a disseminação da “podridão” associada à tecnologia, afirmando que ela não está apenas começando a se manifestar.

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O presidente manifestou-se sobre o impacto das redes sociais nas eleições presidenciais de 2026, alertando para o perigo da disseminação de notícias falsas. Lula enfatizou a necessidade de atenção da população para evitar que a “mentira vença a verdade”, ressaltando a importância de não se tornar refém dos algoritmos.

A declaração do presidente se alinha com a estratégia do Planalto de associar o debate eleitoral à defesa da democracia e ao enfrentamento da desinformação. O evento comemorou os 90 anos do salário mínimo no Brasil, instituído em 1936, durante o governo de Getúlio Vargas.

Em dezembro de 2025, Lula sancionou decreto que estabeleceu o piso nacional em R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro de 2026, representando um aumento de 6,79% em relação ao valor de 2025, que era de R$ 1.518.

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