Lula critica popularidade de Bolsonaro nas redes sociais e fake news

Lula critica popularidade de Bolsonaro nas redes sociais e destaca fake news. Presidente compara seguidores de Bolsonaro com “bobagens” e defende regulamentação das plataformas

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(Imagem de reprodução da internet).

Lula Compara Popularidade de Bolsonaro nas Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma comparação direta com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante um discurso nesta sexta-feira (16). Ao celebrar os 90 anos da criação do salário-mínimo no Rio de Janeiro, Lula mencionou a grande quantidade de seguidores que Bolsonaro possuía, mesmo quando publicava conteúdos considerados “bobagens” nas redes sociais.

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“Eu não conheço um professor de matemática, de geografia, que ensina uma coisa séria, e que tenha quatro milhões de seguidores. Mas, se o cara estiver falando bobagem, pode ter até 20 milhões. O Bolsonaro tinha 30 milhões [de seguidores]”, declarou Lula, destacando a dinâmica de popularidade nas plataformas digitais.

A fala ocorreu em um ano eleitoral, o que reforça a importância das redes sociais como ferramenta de campanha. Em ocasiões anteriores, o PT admitiu ter sido superado por Bolsonaro em termos de alcance nas redes sociais durante a disputa de 2022.

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Durante a cerimônia no Rio, o chefe do Executivo criticou o uso excessivo das plataformas digitais. Lula também abordou o tema das fake news e o uso crescente de inteligência artificial. “É mais fácil acreditar numa mentira, porque a verdade você tem que provar.

A mentira você não precisa provar. Estamos vivendo o mundo da mentira”, afirmou.

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O presidente ressaltou a necessidade de empresários demonstrarem coragem ao pagar o salário-mínimo, confrontando argumentos que visam prejudicar a economia do país. Lula enfatizou a importância de não se acovardar diante das mentiras.

A preocupação de Lula com as redes sociais no Brasil não é recente. O petista tem defendido a regulamentação das plataformas digitais, argumentando que a sociedade estará vulnerável caso não se estabeleçam regras para as grandes plataformas.

O governo federal também pretende regular as “big techs” no país.

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