Lula conversa com Delcy Rodríguez sobre crise na Venezuela em 2026

Lula conversa com Delcy Rodríguez sobre Venezuela; Brasil condena ação dos EUA. Presidente Lula manteve contato telefônico com Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela. Brasil condena ação dos EUA

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(Imagem de reprodução da internet).

Presidente do Brasil Mantém Contato com Vice-Presidente Venezuelana

Na manhã de sábado, 3 de janeiro de 2026, o presidente do Brasil estabeleceu contato telefônico com Delcy Rodríguez, então vice-presidente da Venezuela, em meio às circunstâncias políticas do país. A ligação, de caráter informativo, ocorreu após a operação militar conduzida pelos Estados Unidos e a presença da esposa de Delcy, Cecilia Flores.

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O Poder360 apurou que a conversa foi breve, com o objetivo principal de que o presidente Lula pudesse obter uma compreensão do cenário político e institucional venezuelano. Não houve negociações formais ou tratativas diplomáticas de grande escala.

A ligação foi realizada da base militar da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro. Posteriormente, na tarde do mesmo dia, o Itamaraty divulgou uma declaração afirmando que o Brasil reconhece Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela, em consonância com a Constituição venezuelana e o direito internacional.

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A secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, justificou a posição, explicando que, na ausência do presidente Nicolás Maduro, a vice-presidente exerce a Presidência interinamente.

Essa declaração foi emitida após uma reunião do governo brasileiro que discutiu a situação emergencial na Venezuela. Delcy Rodríguez esteve na vice-presidência da Venezuela desde 2018 e era uma figura próxima de Nicolás Maduro, tendo ocupado cargos como ministra das Relações Exteriores e presidente da Assembleia Nacional Constituinte.

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Após a conversa, o presidente emitiu uma nota em que condenou os bombardeios e a tentativa de captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, classificando a ação como uma afronta à soberania venezuelana e um precedente perigoso para a comunidade internacional e a estabilidade regional.

O governo brasileiro adotou uma postura de condenação cautelosa da ofensiva americana, reafirmando princípios como soberania, não intervenção e respeito ao direito internacional, evitando uma retórica mais inflamada.

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