Lula Defende Relações Iguais com o Mundo em Encontro na Índia
Em sua visita à Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou o desejo de uma relação mais equilibrada entre os países, especialmente com os maiores centros econômicos. Durante o encontro com o primeiro-ministro Narendra Modi, Lula afirmou que espera conversar com o presidente americano, Donald Trump, para defender a igualdade de tratamento entre nações, sem que um país imponha sua vontade aos mais fracos. “Queremos que todos sejam tratados da mesma forma, com um tratamento igualitário”, declarou o presidente.
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Próximos Encontros e Expectativas
Lula informou que, além da reunião com Trump, que deve ocorrer provavelmente em março, sua agenda inclui visitas à Coreia do Sul e aos Emirados Árabes Unidos. O presidente brasileiro ressaltou a importância de um diálogo aberto e transparente com os Estados Unidos, buscando soluções para questões como o comércio e investimentos.
Críticas e Defesas
O presidente criticou a imposição de tarifas americanas no ano passado, sobre as quais, segundo ele, teve conhecimento apenas através de publicações nas redes sociais. Lula também se manifestou contra o que considera um “autoritarismo” nas negociações com grandes países, defendendo uma política de igualdade entre nações, como a que desenvolveu com a Índia, que ele descreveu como uma “política dos iguais”.
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Questões Econômicas e Reunião com Trump
Lula alertou sobre a necessidade de evitar que a situação dos minerais raros brasileiros se repita, citando o caso do minério de ferro, que por muito tempo foi exportado sem agregar valor. Ele enfatizou que a reunião com Trump será focada em questões como o comércio, parcerias universitárias e a situação dos brasileiros que vivem nos Estados Unidos, além de investimentos americanos no Brasil. “Não sei qual é a pauta dele, mas eu espero que, depois dessa reunião, a gente possa estar garantindo que voltou a ter uma relação altamente civilizada, altamente respeitosa”, afirmou.
Reforçando a ONU
O presidente também reiterou seu apoio à reforma do Conselho de Segurança da ONU, defendendo a inclusão de países em desenvolvimento como Brasil, Índia e México. “É preciso fortalecer a ONU se a gente quer que prevaleça uma instituição de importância vital para a manutenção da paz e da harmonia no mundo”, concluiu.
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