Lula Reafirma Posicionamento em Encerramento da Conferência das Cidades
Em seu discurso de encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, realizada em Brasília nesta sexta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou sua postura em relação ao setor financeiro e à esfera de grandes propriedades.
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O presidente enfatizou que não há dívida com banqueiros ou empresários, declarando que a responsabilidade reside na população. “Não devo isso a nenhum empresário ou latifundiário. Eu devo isso a vocês,” afirmou, ressaltando a importância da participação popular.
O presidente também expressou conhecimento sobre suas origens e seus objetivos futuros, indicando um compromisso com a população.
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O discurso de Lula também abordou críticas aos governos que, segundo ele, implementaram cortes significativos em ministérios. O presidente mencionou o período do impeachment da Dilma [Rousseff] como um ponto crucial a ser considerado, indicando que as decisões tomadas naquele contexto devem ser avaliadas. Ele enfatizou a necessidade de uma análise cuidadosa das consequências das políticas governamentais, especialmente em relação ao impacto na estrutura administrativa do país.
Durante a conferência, o presidente também direcionou críticas ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), em relação ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Lula questionou a falta de projetos apresentados pelo governo mineiro, após a alocação de R$ 3,5 bilhões, e destacou a percepção de descaso com a população mais vulnerável. O presidente utilizou a situação como exemplo da necessidade de responsabilidade e transparência na gestão pública.
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A crítica ao governador Zema, que é pré-candidato à Presidência da República, gerou um debate entre os presentes. O ministro das Cidades, Jader Filho, defendeu a necessidade de apresentação formal dos projetos para viabilizar as obras, buscando esclarecer a situação e evitar interpretações equivocadas.
A discussão evidenciou a importância do planejamento e da comunicação na implementação de políticas públicas, especialmente em relação ao financiamento de obras e investimentos em infraestrutura.
