Lula Alerta sobre IA e Defende Papel Crucial da ONU em Discurso na Índia

Lula alerta sobre riscos da IA e defende papel da ONU em Nova Délhi. O presidente (PT) critica o desenvolvimento da Inteligência Artificial, com foco em discursos de ódio e desinformação

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(Imagem de reprodução da internet).

Lula Aponta Riscos da IA e Defende Papel Central da ONU em Discurso na Índia

Em seu primeiro pronunciamento durante a viagem oficial à Índia, o presidente (PT) apresentou uma visão crítica sobre o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), enfatizando os aspectos que considera problemáticos. O petista alertou para o potencial da tecnologia em fomentar práticas como discurso de ódio, feminicídio e a proliferação de pornografia, expressando preocupação com o cenário atual.

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Lula sugeriu que a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria desempenhar um papel central na orientação do crescimento do setor de IA, buscando uma abordagem que promova o desenvolvimento e a inclusão. O presidente brasileiro acredita que o mundo se encontra em uma encruzilhada, e que o recuo do multilateralismo entre os países pode afastá-los do potencial de “bem-estar coletivo” que a tecnologia pode proporcionar.

O discurso, proferido na Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial em Nova Délhi, também abordou a necessidade de regulamentação das grandes empresas de tecnologia, visando mitigar o “risco à democracia” associado ao uso da IA. Segundo o presidente, o modelo de negócios dessas empresas incentiva o radicalismo político e a IA pode ser utilizada para amplificar a desinformação, com consequências negativas para os processos eleitorais.

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O governo brasileiro busca evitar que o Brasil siga o mesmo caminho da energia nuclear, onde países ricos criaram um “clube dos responsáveis”, excluindo nações em desenvolvimento do acesso à tecnologia. A Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial reúne representantes de diversos países, incluindo líderes de empresas como Google, OpenAI, Nvidia e DeepMind, além do secretário-geral da ONU, António Guterres.

O evento conta com a participação de cerca de 40 mil pessoas.

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