Lula acusa Trump da instabilidade do dólar! 🚨 Presidente critica ações do ex-presidente e defende a economia brasileira. Saiba mais!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (9) que a flutuação do dólar é influenciada pelas ações do ex-presidente Donald Trump, e não pela solidez da economia brasileira. A declaração foi feita durante a cerimônia de anúncio de um investimento de R$ 1,4 bilhão para a infraestrutura de vacinação e produção de insumos imunobiológicos, financiados pelo Novo Plano de Desenvolvimento Nacional.
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Lula confrontou previsões pessimistas feitas no início de seu governo, que alertavam para riscos de inflação descontrolada e déficits fiscais. “O dólar ia estourar, a inflação estava fora de controle, nós íamos ter um déficit fiscal incontrolável, ou seja, o Brasil não ia dar certo”, ressaltou o presidente, contrastando com a realidade que se apresentou.
O presidente destacou que o Brasil alcançou a menor inflação acumulada em quatro anos e que o desemprego atingiu níveis historicamente baixos, com a maior massa salarial da história do país. Ele também mencionou o bom desempenho do setor produtivo e financeiro, atribuindo-o a fatores positivos.
Lula defendeu o multilateralismo e a busca por parcerias estratégicas, como a cooperação com a China na produção de vacinas, visando atender à demanda interna do Brasil. “Nós estamos escolhendo o melhor para o nosso país. E se a China aceita fazer uma parceria conosco na produção de vacina e vai produzir a quantidade que a gente ainda não tem condições de produzir, por que não fazer um convênio com a China e produzir vacina para a gente atender a quem está precisando de vacina?”, explicou.
Em relação ao investimento no Instituto Butantan, instituição ligada ao governo paulista, Lula enfatizou que a saúde pública não deve ser influenciada por decisões partidárias. “Fortalecer o Butantan não é uma decisão econômica de ajudar esse ou outro estado. É ter apenas a primazia de dizer que a gente está ajudando 215 milhões de almas”, afirmou.
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O presidente também celebrou o recorde de 14,7 milhões de cirurgias eletivas realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) neste ano.
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