Deputado Luiz Gastão Enfatiza Importância de Abordagem Equilibrada no Debate sobre a Escala 6×1
O deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), que atua como relator de um dos projetos sobre a escala de trabalho 6×1, ressaltou a necessidade de tratar o debate sobre as mudanças na jornada trabalhista com responsabilidade e sem reduzi-lo a uma mera estratégia eleitoral.
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Segundo informações divulgadas pela analista de Política da CNN Julliana Lopes durante a programação da Hora H, o parlamentar enfatizou que o tema terá um papel prioritário no Congresso Nacional, mas requer uma análise cuidadosa.
Relatório Apresentado Após Consultas com Diversos Representantes
O relator afirmou que a transformação da discussão em uma pauta eleitoral, sem a produção de resultados concretos, seria prejudicial para o trabalhador. Gastão detalhou que seu relatório foi elaborado após receber contribuições de representantes de instituições como a Fiesp, além de integrantes de movimentos sociais.
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A análise considerou os desafios econômicos e produtivos inerentes à questão.
Preocupações com a Produtividade e Impacto nas Empresas
Especialistas em mercado de trabalho expressaram preocupação não apenas com a possibilidade de a escala evoluir para 5×2, mas principalmente com a redução das horas trabalhadas sem uma consequente diminuição de custos. A estagnação da produtividade do trabalho no Brasil representa um obstáculo para qualquer alteração na jornada.
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Uma mudança na escala, combinada com a redução das horas, poderia elevar o custo do trabalho, afetando especialmente pequenas e médias empresas.
Pressão Social e Comparação Internacional
O debate sobre a escala 6×1 ganhou destaque no cenário político após o presidente da Câmara dos Deputados, nome a ser divulgado, abrir um grupo de trabalho para discutir o assunto. Atualmente, existem pelo menos três projetos em análise no Congresso Nacional.
O relator acredita que o tema estimulará manifestações e movimentos, especialmente de organizações sociais, aumentando a pressão por respostas. Há também uma comparação crescente com países que já implementaram a redução de jornadas de trabalho, o que alimenta o debate sobre possíveis mudanças no Brasil.
