São Paulo se defende contra acusações de impeachment. Presidente Luis Casares explica despesas de R$11 milhões e prática da “premiação ao bicho”.
Em um cenário político e econômico instável, o presidente do São Paulo, Luis Casares, fez um pronunciamento público para responder às acusações de impeachment que tramitam no clube. O dirigente apresentou justificativas para os R$ 11 milhões retirados das contas do clube entre 2021 e 2025, classificando-os como despesas ordinárias.
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Um documento exclusivo, obtido pela reportagem do GE, detalha a utilização desses recursos. Casares argumentou que parte do valor foi destinada a serviços de arbitragem, que, segundo ele, são pagos diretamente em dinheiro pelo clube. A reportagem apurou que R$ 8,23 milhões seriam destinados a despesas operacionais relacionadas aos jogos do São Paulo.
O restante, aproximadamente R$ 5 milhões, seria destinado à premiação aos jogadores, uma prática conhecida como “bicho”, que remonta à gestão do ex-presidente Juvenal Juvêncio. Essa modalidade de pagamento é comum em outros clubes brasileiros.
O documento completo foi encaminhado ao Conselho Deliberativo, com o objetivo de fortalecer a defesa de Casares no processo de impeachment. A defesa do dirigente ressalta que todas as aplicações financeiras foram realizadas dentro dos parâmetros legais e estão sujeitas a auditorias para garantir sua legalidade.
A equipe de defesa de Casares enfatiza que os valores não foram utilizados para fins pessoais, afastando qualquer relação com a vida financeira do presidente. A situação reflete um momento delicado para o clube, com implicações políticas e financeiras.
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