Nos últimos dias, a apresentadora Luciana Gimenez, de 56 anos, viu seu nome associado ao controverso caso envolvendo Jeffrey Epstein. Epstein, um financista americano e criminoso sexual condenado, foi conhecido por liderar uma extensa rede de tráfico sexual de menores e abuso de adolescentes.
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A situação gerou grande repercussão e levantou questionamentos sobre possíveis ligações.
Documentos do Departamento de Justiça dos EUA
Novos registros divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelaram transferências financeiras que incluem o nome de Luciana Gimenez. Os documentos, datados de 2014, 2028 e 2019, não esclarecem a origem dos recursos nem estabelecem uma ligação direta com Epstein ou atividades criminosas.
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As transferências totalizaram cerca de US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 62 milhões).
Resposta de Luciana Gimenez
Luciana Gimenez utilizou as redes sociais nesta segunda-feira (9) para se manifestar sobre as acusações. Em comunicado, a apresentadora afirmou: “Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.
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A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações”.
Segundo o comunicado, Luciana entrou em contato com a Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía conta, para entender a razão da vinculação indevida e aguarda resposta. “Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica.
O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período”.
“A priori, as movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física. Por se tratarem de dados antigos, o banco está trabalhando para compilar todas essas transações internas e comprovar que se tratam de transferências da própria Luciana para si mesma”, diz, ainda, o posicionamento da artista.
O Caso Epstein e a Investigação
Durante as investigações e o processo sobre tráfico sexual contra Jeffrey Epstein, os procuradores federais reuniram milhões de documentos. Esses registros contêm mais de 300 gigabytes de dados, incluindo documentos, vídeos, fotografias e áudios armazenados no principal sistema eletrônico de gerenciamento de casos do FBI, a agência federal de investigações dos EUA, o “Sentinel”.
Esses registros incluem relatórios de investigação e documentos da apuração original do FBI em Miami. A maior parte dos registros viria da segunda investigação realizada pelo escritório do FBI em Nova York, incluindo memorandos sobre a apuração e possíveis alvos, locais a serem revistados, registros a serem solicitados por intimação e centenas de páginas de “formulários 302”, que são os documentos que os agentes do FBI usam para registrar o que testemunhas, vítimas e suspeitos disseram em entrevistas com os investigadores.
