Lucas Paquetá Fala Após Absolvição em Caso de Apostas e Revela Desafios

Meia Lucas Paquetá se declara livre após absolvição em caso de apostas. Atleta do West Ham fala sobre desafios e retorno à Seleção Brasileira.

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(Imagem de reprodução da internet).

Meia Lucas Paquetá Fala Após Ser Absolvido em Caso de Apostas

O meia do West Ham e da Seleção Brasileira, Lucas Paquetá, concedeu sua primeira entrevista após a conclusão do processo da Football Association (FA) na Inglaterra. O atleta foi absolvido da acusação de má conduta em casa de apostas, que pairava sobre ele por quase dois anos.

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A entrevista, dada ao “ge”, marca o fim de um período conturbado para o jogador. Durante esse tempo, Paquetá precisou buscar ajuda psicológica para lidar com a situação. Ele expressou o desejo de compartilhar sua história com o público, detalhando os desafios que enfrentou.

“Sem dúvida foi um momento muito difícil, não só para mim, mas para minha família. Eu e minha esposa passamos por dois anos longos, dolorosos, mas com um final feliz. O mais importante foi ter entendido o porquê de tudo, de estar passando por tudo isso”, relatou o jogador.

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Retorno à Seleção e Família

O caso teve um impacto significativo na vida de Paquetá e sua família. O jogador enfatizou o fortalecimento do casamento e da união familiar durante o período de incerteza. “Muitas especulações, muitos julgamentos antecipados, mas a gente se agarrou a Deus, se transformou, se ajudou muito”, disse ele.

Além do retorno à seleção brasileira, Paquetá expressou sua felicidade em voltar a jogar com a camisa do Brasil, como aconteceu em sua estreia no Maracanã. O jogador também mencionou a negociação de seu retorno ao Flamengo em dois momentos, incluindo uma conversa com Filipe Luís, que tentou convencê-lo a retornar ao clube carioca.

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Conclusão do Processo

A Football Association (FA) determinou que Paquetá pagasse 10% das custas do processo, enquanto os demais 90% foram arcados pela FA, devido à consideração de que a acusação era infundada. O jogador recebeu uma repreensão, mas não sofreu suspensão de jogos nem multa financeira.

A FA considerou que a principal penalidade seria o não-colaboração com a comissão investigadora.

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