Livros para Relaxar e Refletir: Sua Pausa em 2026!

“Intermezzo”, “A Natureza da Mordida” e outros livros para desacelerar em 2026! Descubra títulos que te convidam à reflexão e ao relaxamento.

01/05/2026 06:06

4 min

Livros para Relaxar e Refletir: Sua Pausa em 2026!
(Imagem de reprodução da internet).

Livros para Desconectar e Refletir em 2026

O Dia do Trabalhador, 1º de maio, frequentemente surge como o momento ideal para finalmente pausar a rotina frenética. Em 2026, como em outros anos, a proposta é abandonar reuniões, e-mails e planilhas, dedicando-se a um momento de puro relaxamento.

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A seleção de livros, cuidadosamente escolhida pela equipe da EXAME, oferece uma variedade de opções, combinando ficção e não ficção, ideal para quem se sente sobrecarregado e com pouco tempo para leitura.

Intermezzo – Sally Rooney

“Intermezzo” de Sally Rooney mergulha na vida de dois irmãos distintos, que lidam com o luto da perda do pai enquanto exploram relacionamentos complexos. A autora retrata com maestria uma geração marcada pelo excesso de trabalho e pela intensidade das emoções.

Considerado o trabalho mais maduro da escritora irlandesa, o livro convida à reflexão sobre as relações humanas e os desafios da vida moderna.

A Natureza da Mordida – Carla Madeira

A trama de “A Natureza da Mordida” de Carla Madeira nos apresenta a uma psicanalista aposentada e uma jovem jornalista que se encontram em um sebo e desenvolvem uma amizade improvável. Ambas carregam segredos e perdas que demoram a revelar, criando um romance envolvente sobre o que não se pode consertar e as incertezas da vida.

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A Vegetariana – Han Kang

“A Vegetariana” de Han Kang explora a decisão de uma mulher de abandonar a carne, um gesto aparentemente simples que desencadeia uma ruptura completa com sua família, marido e a sociedade. A autora coreana utiliza o corpo como um campo de batalha entre conformidade e liberdade, questionando os valores e as normas sociais.

Conversa na Sicília – Elio Vittorini

“Conversa na Sicília” de Elio Vittorini narra a jornada de um homem que retorna à Sicília para visitar o pai que nunca conheceu bem. O que começa como uma viagem se transforma em uma conversa profunda sobre pobreza, memória e a identidade de quem nasce e cresce em um determinado lugar.

O livro, um clássico italiano de 1941, continua relevante e atual em 2026.

Madonna de Casaco de Pele – Sabahattin Ali

Ambientado em Istambul nos anos 1930, “Madonna de Casaco de Pele” de Sabahattin Ali conta a história de um jovem turco que se apaixona por uma artista alemã em Berlim. O romance aborda o amor impossível e a busca por identidade nacional, escrito por um autor que enfrentou perseguição e foi assassinado em 1948.

O livro permanece um dos mais vendidos da Turquia até hoje.

Suíte Tóquio – Giovana Madalosso

“Suíte Tóquio” de Giovana Madalosso apresenta a história de uma babá que desaparece com a filha da patroa, gerando uma série de eventos que envolvem a mãe, Fernanda, e duas mulheres que nunca deveriam entender uma à outra. O livro explora temas como classe social, maternidade e desejo, em um duelo de personagens complexos e inesperados.

A Hora da Estrela – Clarice Lispector

“A Hora da Estrela” de Clarice Lispector acompanha a vida de Macabéa, uma datilógrafa nordestina e invisível, narrada pelo olhar de Rodrigo S. M. A obra, escrita em 1977, questiona quem tem o direito de existir e quem decide isso, sendo considerada uma das últimas obras da escritora.

As Perfeições – Vincenzo Latronico

“As Perfeições” de Vincenzo Latronico retrata o cotidiano de Anna e Tom, um casal de nômades digitais em Berlim, que se destacam pela sua vida instagramável. No entanto, por trás da imagem perfeita, existe um vazio existencial. O livro, finalista do Booker International 2025, oferece um espelho incômodo para quem se identifica com essa realidade.

O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald

“O Grande Gatsby” de F. Scott Fitzgerald, ambientado em Nova York nos anos 1920, narra a história de Jay Gatsby, um homem que organiza festas extravagantes para tentar reconquistar o amor de uma mulher que nunca aparece. O romance, publicado em 1925, explora temas como ilusão, classe social e a impossibilidade de recuperar o passado, permanecendo um clássico atemporal.

Ioga – Emmanuel Carrère

“Ioga” de Emmanuel Carrère conta a história de um escritor que começa a escrever um livro sobre meditação e termina internado em uma clínica psiquiátrica. A obra, considerada uma autoficção honesta e desorientadora, explora os limites da sanidade e da identidade.

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