Livros para Relaxar e Refletir: Sua Pausa em 2026!

Livros para Desconectar e Refletir em 2026
O Dia do Trabalhador, 1º de maio, frequentemente surge como o momento ideal para finalmente pausar a rotina frenética. Em 2026, como em outros anos, a proposta é abandonar reuniões, e-mails e planilhas, dedicando-se a um momento de puro relaxamento.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A seleção de livros, cuidadosamente escolhida pela equipe da EXAME, oferece uma variedade de opções, combinando ficção e não ficção, ideal para quem se sente sobrecarregado e com pouco tempo para leitura.
Intermezzo – Sally Rooney
“Intermezzo” de Sally Rooney mergulha na vida de dois irmãos distintos, que lidam com o luto da perda do pai enquanto exploram relacionamentos complexos. A autora retrata com maestria uma geração marcada pelo excesso de trabalho e pela intensidade das emoções.
Considerado o trabalho mais maduro da escritora irlandesa, o livro convida à reflexão sobre as relações humanas e os desafios da vida moderna.
A Natureza da Mordida – Carla Madeira
A trama de “A Natureza da Mordida” de Carla Madeira nos apresenta a uma psicanalista aposentada e uma jovem jornalista que se encontram em um sebo e desenvolvem uma amizade improvável. Ambas carregam segredos e perdas que demoram a revelar, criando um romance envolvente sobre o que não se pode consertar e as incertezas da vida.
Leia também
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Vegetariana – Han Kang
“A Vegetariana” de Han Kang explora a decisão de uma mulher de abandonar a carne, um gesto aparentemente simples que desencadeia uma ruptura completa com sua família, marido e a sociedade. A autora coreana utiliza o corpo como um campo de batalha entre conformidade e liberdade, questionando os valores e as normas sociais.
Conversa na Sicília – Elio Vittorini
“Conversa na Sicília” de Elio Vittorini narra a jornada de um homem que retorna à Sicília para visitar o pai que nunca conheceu bem. O que começa como uma viagem se transforma em uma conversa profunda sobre pobreza, memória e a identidade de quem nasce e cresce em um determinado lugar.
O livro, um clássico italiano de 1941, continua relevante e atual em 2026.
Madonna de Casaco de Pele – Sabahattin Ali
Ambientado em Istambul nos anos 1930, “Madonna de Casaco de Pele” de Sabahattin Ali conta a história de um jovem turco que se apaixona por uma artista alemã em Berlim. O romance aborda o amor impossível e a busca por identidade nacional, escrito por um autor que enfrentou perseguição e foi assassinado em 1948.
O livro permanece um dos mais vendidos da Turquia até hoje.
Suíte Tóquio – Giovana Madalosso
“Suíte Tóquio” de Giovana Madalosso apresenta a história de uma babá que desaparece com a filha da patroa, gerando uma série de eventos que envolvem a mãe, Fernanda, e duas mulheres que nunca deveriam entender uma à outra. O livro explora temas como classe social, maternidade e desejo, em um duelo de personagens complexos e inesperados.
A Hora da Estrela – Clarice Lispector
“A Hora da Estrela” de Clarice Lispector acompanha a vida de Macabéa, uma datilógrafa nordestina e invisível, narrada pelo olhar de Rodrigo S. M. A obra, escrita em 1977, questiona quem tem o direito de existir e quem decide isso, sendo considerada uma das últimas obras da escritora.
As Perfeições – Vincenzo Latronico
“As Perfeições” de Vincenzo Latronico retrata o cotidiano de Anna e Tom, um casal de nômades digitais em Berlim, que se destacam pela sua vida instagramável. No entanto, por trás da imagem perfeita, existe um vazio existencial. O livro, finalista do Booker International 2025, oferece um espelho incômodo para quem se identifica com essa realidade.
O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
“O Grande Gatsby” de F. Scott Fitzgerald, ambientado em Nova York nos anos 1920, narra a história de Jay Gatsby, um homem que organiza festas extravagantes para tentar reconquistar o amor de uma mulher que nunca aparece. O romance, publicado em 1925, explora temas como ilusão, classe social e a impossibilidade de recuperar o passado, permanecendo um clássico atemporal.
Ioga – Emmanuel Carrère
“Ioga” de Emmanuel Carrère conta a história de um escritor que começa a escrever um livro sobre meditação e termina internado em uma clínica psiquiátrica. A obra, considerada uma autoficção honesta e desorientadora, explora os limites da sanidade e da identidade.
Autor(a):
redacao
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.


