Alerta! Nova onda de phishing no LinkedIn preocupa especialistas. A Asper detecta aumento de ataques que simulam suporte técnico e recrutadores. Proteja sua conta! Saiba mais
A Asper, especialista em cibersegurança, alertou para uma nova e preocupante onda de ataques de phishing que tem se intensificado no LinkedIn. Segundo a empresa, durante o mês de janeiro, observou um aumento significativo de tentativas de sequestro de contas, utilizando abordagens que simulam o suporte técnico oficial e a atuação de recrutadores, com o objetivo de obter acesso às redes corporativas dos usuários.
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O golpe, conhecido como phishing, consiste em fraudes digitais em que criminosos se passam por entidades legítimas, como plataformas profissionais ou empresas, para induzir as vítimas a fornecerem informações confidenciais, como senhas e dados corporativos.
A Asper ressaltou que os ataques recentes não dependem de softwares maliciosos complexos, mas sim de táticas de manipulação que exploram o medo e o ego das pessoas.
A empresa identificou duas táticas principais utilizadas pelos golpistas. A “tática do medo” envolve a publicação de comentários em posts de usuários no LinkedIn, se passando pelo suporte oficial da plataforma e alegando violações das políticas da rede social.
Já a “tática do ego” consiste no envio de mensagens diretas se passando por recrutadores ou consultores, buscando obter informações sensíveis dos usuários.
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Para se proteger contra esses ataques, a Asper propõe uma estratégia de proteção em quatro pilares: segurança, educação, monitoramento e resposta a incidentes. A primeira medida é a implementação obrigatória da autenticação multifator em todos os serviços críticos e a adoção de políticas rígidas contra a reutilização de senhas.
Além disso, é fundamental informar e treinar os membros das equipes sobre segurança nas redes profissionais.
As empresas também devem realizar monitoramento de logins suspeitos em contas corporativas e investir em um canal para que os colaboradores possam denunciar abordagens suspeitas nas redes sociais. A última recomendação da Asper é criar protocolos claros para a revogação imediata de logins e a redefinição de senhas ao primeiro sinal de comprometimento, além de uma investigação sobre possíveis impactos para as contas da empresa.
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