Lindomar Castilho, “Rei do Bolero”, Morre Após Trágico Legado e Feminicídio
Rei do Bolero, Lindomar Castilho, morre aos 85 anos. Cantor icônico, famoso por sucessos na década de 70, faleceu em 2025. Legado marcado por tragédia: feminicídio de Eliane de Grammont
Cantor Lindomar Castilho, Rei do Bolero, Morre aos 85 Anos
O cantor Lindomar Castilho, conhecido como rei do bolero, faleceu nesta sábado (20 de dezembro de 2025), aos 85 anos. A informação foi divulgada por Lili de Grammont, filha do artista, através de publicação nas redes sociais.
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Histórico e Legado
Lindomar Castilho, nascido Lindomar Cabral em Rio Verde, Goiás, em 1940, construiu uma carreira marcada por sucessos na década de 1970. Gravou seu primeiro álbum, “Canções que não se Esquecem”, em 1962, e logo se destacou com boleros e sambas-canções.
Alcançou grande popularidade, tornando-se um dos maiores vendedores de discos no Brasil e expandindo sua produção para os Estados Unidos.
O Caso e o Legado Trágico
Sua trajetória foi marcada por um evento trágico: o feminicídio de sua ex-esposa, a cantora Eliane de Grammont, em 1981. Castilho, em um momento de crise, matou Eliane com cinco tiros nas costas, durante uma apresentação no Café Belle Epoque, em São Paulo.
A agressividade e o alcoolismo foram fatores que contribuíram para o desequilíbrio do artista.
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A Visão da Filha
Lili de Grammont expressou sua dor e reflexão sobre a vida e a morte do pai. Em suas palavras, “O homem que mata também morre”. Ela enfatizou a importância de aceitar a finitude humana, a responsabilidade individual e a busca pela luz interior. “Diante de tudo isso, desejo que a alma dele se cure, que sua masculinidade tóxica tenha sido transformada”.
Conclusão
O legado de Lindomar Castilho, rei do bolero, permanece como um lembrete da complexidade da natureza humana e das consequências de atos violentos. Sua história, marcada por sucessos e tragédia, continua a gerar reflexões sobre a importância da paz, do respeito e da busca por um futuro melhor.
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