Equipes Executivas: O Dilema da Confiança e da Autonomia
Um desafio constante em equipes executivas é a busca por excelência, responsabilidade e resultados consistentes, frequentemente expressada por líderes. No entanto, essa mesma busca por alto desempenho muitas vezes se junta ao desejo por profissionais autônomos, capazes de tomar decisões e agir sem a necessidade de aprovação constante.
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Essa dicotomia gera um impasse, que se baseia fundamentalmente na falta de confiança, e na necessidade do líder de avaliar se acredita na capacidade da equipe de entregar resultados sem supervisão contínua.
A Microgestão e seus Efeitos
A filosofia de Steve Jobs, que enfatiza a confiança como elemento central do trabalho em equipe, ressalta a importância de acreditar na capacidade dos membros da equipe de cumprir suas responsabilidades sem vigilância excessiva. Contudo, a prática do microgerenciamento, mesmo que motivada pela intenção de garantir a qualidade, pode ter um impacto negativo na cultura organizacional.
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Quando um líder expressa confiança, mas, ao mesmo tempo, reescreve documentos, participa de todas as reuniões e exige atualizações constantes, a mensagem prática anula o discurso.
Impacto na Autonomia da Equipe
Com o tempo, essa postura tende a desmotivar os profissionais, levando-os a evitar riscos calculados, a adiar decisões autônomas e a aguardar validação constante. A equipe perde gradualmente sua capacidade de julgamento, e a organização concentra as decisões no topo.
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A confiança, nesse contexto, se torna um elemento crucial para fomentar a autonomia e a responsabilidade.
Transformando Metas em Sistema de Resultados
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A aula explora como definir prioridades estratégicas, concentrar recursos, estruturar metas em ciclos curtos com entregas verificáveis e criar rotinas de acompanhamento que transformam intenções em práticas recorrentes.
