Governos europeus expressam preocupação com a Venezuela. UE, representada por Ursula von der Leyen, acompanha de perto a situação e apoia transição democrática.
Diversos governos europeus manifestaram preocupação e solidariedade ao povo venezuelano em relação à situação política e social no país. A União Europeia, representada pela Presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, expressou acompanhamento “de perto” da situação, reiterando o apoio a uma transição pacífica e democrática, sempre respeitando o direito internacional e a Carta da ONU.
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A vice-presidente da Comissão, Kaja Kallas, destacou a prioridade da segurança dos cidadãos da UE no país, comunicando contato com o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o embaixador europeu em Caracas.
A Bélgica, através do vice-primeiro-ministro Maxime Prevot, enfatizou o direito dos venezuelanos a um regime democrático e legítimo, ressaltando a importância do respeito à lei internacional e da busca por uma transição pacífica. A Holanda, por meio do Ministro das Relações Exteriores David van Weel, informou que acompanha “de perto” os desdobramentos da situação em Caracas, mantendo contato com a embaixada e o Ministério da Defesa.
O país busca garantir o apoio aos cidadãos britânicos no país.
A Espanha, representada pelo Presidente Pedro Sánchez, solicitou “alívio gradual das restrições e uma ação responsável”, além do respeito às leis internacionais. O Ministério das Relações Exteriores espanhol confirmou contato permanente com a embaixada e o consulado em Caracas, assegurando que o pessoal está bem.
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A Espanha fez um apelo à desescalada e ao respeito ao Direito Internacional e aos princípios da Carta das Nações Unidas, oferecendo seus bons ofícios para uma solução negociada e pacífica.
O Reino Unido, liderado pelo Primeiro-Ministro Keir Starmer, declarou que o país “apurará todos os fatos e conversará com os aliados”, garantindo que a embaixada em Caracas está trabalhando para apoiar os cidadãos britânicos no país. A Rússia, por sua vez, classificou os ataques dos Estados Unidos como “ações agressivas”, exigindo esclarecimentos imediatos sobre a situação de Nicolás Maduro, e sua esposa, e a possível retirada forçada do país.
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