Líderes autênticos enfrentam desafios? Artigo revela a dualidade entre ser fiel a si mesmo e atender demandas. Descubra como a comunicação empática e a adaptação são cruciais para o sucesso. Saiba mais!
Liderar nunca foi uma tarefa fácil, e no ambiente de alta performance atual, encontrar o equilíbrio entre ser autêntico e atender às demandas do trabalho se tornou um desafio constante. Compreender essa dualidade é crucial, pois o mercado exige não apenas habilidades técnicas, mas também maturidade emocional e capacidade de adaptação.
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O artigo de Tomas Chamorro-Premuzic e Ron Carucci, publicado na Fast Company, explora essa questão com profundidade.
Por muito tempo, a ideia de que líderes deveriam “ser eles mesmos” foi predominante. No entanto, essa mensagem, quando mal interpretada, pode levar a comportamentos inadequados, prejudicando as equipes e os resultados. Personagens fictícios como Don Draper (de “Mad Men”) e Michael Scott (“The Office”) ilustram esse ponto: ambos acreditavam estar sendo autênticos, mas usavam essa percepção como uma armadura para evitar lidar com suas próprias limitações.
No ambiente corporativo atual, que está em constante transformação, essa postura pode ser problemática. Líderes que confundem franqueza com impulsividade ou resistência à mudança com integridade correm o risco de impedir seu próprio desenvolvimento.
A chave está na comunicação com empatia: saber dizer a verdade no momento certo, da maneira adequada, preservando as relações e promovendo a confiança. Essa habilidade, ligada à inteligência emocional, é cada vez mais valorizada em líderes contemporâneos.
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Adaptar-se não significa ceder, mas sim entender o ambiente, ajustar o comportamento e responder de forma flexível. Essa competência é fundamental para a execução eficaz de tarefas, influência e tomada de decisão. Ser inflexível em nome da autenticidade pode limitar a visão, a colaboração e até a capacidade de inovação de um líder.
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