Ex-magistrado Enrico Ricardo Lewandowski homenageado por trajetória como ministro do STF (2006-2023) e TSE (2006-2012).
Uma operação policial no Rio de Janeiro, direcionada ao crime organizado, causou um balanço trágico com, pelo menos, 64 mortos. O incidente gerou debates e questionamentos sobre a atuação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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Simultaneamente, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Enrico Ricardo Lewandowski, participava de uma cerimônia de homenagem em Fortaleza, Ceará. Recebeu o título de Cidadão Cearense em uma sessão solene na Assembleia Legislativa na tarde de terça-feira (28).
A homenagem reconheceu sua trajetória, que incluiu o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal entre 2006 e 2023.
A iniciativa de conceder o título foi proposta pelo ex-deputado Evandro Leitão, atual prefeito de Fortaleza. A proposta destacou a defesa da Lei da Ficha Limpa durante as eleições de 2010, um marco importante em seu legado.
Em coletiva de imprensa, Lewandowski negou qualquer pedido de auxílio do governador do Rio de Janeiro, Paulo Bolsonaro (PL-R). “Não recebi nenhum pedido do governador do Rio de Janeiro, enquanto ministro da Justiça e Segurança Pública, para esta operação, nem ontem, nem hoje, absolutamente nada”, afirmou.
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A ausência do ministro no Rio de Janeiro durante a operação provocou comentários no plenário da Câmara dos Deputados. O deputado Assis manifestou preocupação, ressaltando a situação crítica no Rio e questionando a priorização de eventos de homenagem.
O deputado capitão Alden informou à Jovem Pan News que enviou um requerimento ao Ministério da Justiça solicitando esclarecimentos sobre a atuação da pasta no Rio de Janeiro.
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