Leandro Almada Costa Detalha Estratégias Contra Crime Organizado na CPI

Leandro Almada Costa detalha depoimento na CPI sobre crime organizado. Diretor da Polícia Federal aponta descapitalização de facções e Ficco como pilares

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Reconstrução do Depoimento do Diretor de Inteligência da Polícia Federal

Este documento apresenta uma reconstrução do depoimento do diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada Costa, durante uma audiência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o crime organizado.

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Eixos de Atuação e Estratégias

O diretor enfatizou que a luta contra o crime organizado se baseia em três pilares principais: a descapitalização das facções criminosas, a prisão e o isolamento de seus líderes e a promoção da cooperação nacional e internacional.

A estratégia central é a formação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), que reúne policiais federais, estaduais e penitenciários, buscando uma atuação coordenada e eficiente.

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Integração e Cooperação

A integração das forças policiais é vista como essencial para a “sobrevivência” no combate ao crime, exigindo uma abordagem pragmática e livre de “vaidades”. A Ficco é o principal instrumento para essa integração, permitindo o compartilhamento de informações e a realização de operações conjuntas.

A cooperação com outros países, especialmente Colômbia e Peru, é considerada fundamental, embora existam desafios pontuais no compartilhamento de informações.

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Desafios e Críticas

O diretor criticou decisões do Poder Judiciário que, em sua visão, desconectam a realidade social do combate ao crime organizado, citando o exemplo da liberdade provisória concedida a um líder de facção após a reconstrução de uma fábrica de fuzis.

Ele também apontou a necessidade de investimento em tecnologia e infraestrutura, incluindo a digitalização de cenas de crime e a criação de bancos de dados integrados.

Novas Ameaças e Lacunas Legais

O diretor destacou o surgimento de novas ameaças, como o uso de criptomoedas e fintechs pelo crime organizado, e a necessidade de regulamentação desses mercados.

Ele ressaltou a importância de fortalecer a Polícia Federal, garantindo financiamento adequado e evitando alterações legislativas que possam enfraquecê-la.

Conclusão

O depoimento do diretor de Inteligência da Polícia Federal revelou a complexidade do combate ao crime organizado, a necessidade de uma abordagem integrada e a importância de enfrentar os desafios com recursos e apoio institucional adequados.

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