Lahore enfrenta crise de poluição com ar tóxico e níveis perigosos. Autoridades intensificam fiscalização e usam canhões anti-nevoa em Lahore, Paquistão
A cidade de Lahore, a segunda maior do Paquistão e capital da província de Punjab, enfrentou um grave problema de poluição nesta sexta-feira (8). Uma intensa névoa tóxica envolveu a cidade, com o Índice de Qualidade do Ar (AQI) atingindo níveis considerados “perigosos”, segundo informações do grupo suíço de monitoramento IQAir.
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A situação representa um risco significativo à saúde dos moradores.
Em resposta à crise, as autoridades locais intensificaram a fiscalização de veículos, especialmente aqueles que emitem fumaça. Uma ordem judicial emitida na sexta-feira (7) direcionou o governo de Punjab a implementar uma campanha rigorosa contra veículos poluentes na província.
A polícia de trânsito de Lahore realizou inspeções para identificar e controlar emissões de fumaça.
Lahore foi classificada como a segunda cidade mais poluída do mundo, logo atrás de Nova Deli, capital da Índia. O AQI registrado às 8h10, horário local (00h, no horário de Brasília), atingiu um valor de 336, indicando um nível de risco elevado para a população.
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A situação é agravada pelas condições climáticas da época.
O governo de Punjab utilizou canhões anti-poluição, lançando água para tentar reduzir a densidade da névoa, porém, o efeito é apenas temporário. A poluição em Lahore é comum durante o inverno, devido à combinação de fatores como a baixa temperatura, que retém poeira proveniente da construção civil e queimadas agrícolas, e a emissão de poluentes por veículos.
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