Encontro histórico entre China e Taiwan causa impacto! Representantes do PCCh e KMT se reunem em Pequim. Tensão e negociações abertas. Saiba mais!
Um encontro entre representantes de empresas de pesquisa ligadas ao Partido Comunista Chinês (PCCh) e ao Kuomintang (KMT), o principal partido de oposição em Taiwan, ocorreu em Pequim na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. O evento marca um movimento de aproximação entre o governo chinês e o histórico partido taiwanês, que governou a ilha por mais de 59 anos, mas mantém uma posição de oposição ao Partido Democrático Progressista (DPP) desde 2016.
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O encontro se baseou em grande parte no chamado “Consenso de 1992”, um acordo que reconhece que China e Taiwan são, essencialmente, o mesmo país. No entanto, o DPP questiona amplamente essa visão, enquanto o KMT busca fortalecer os laços com o governo central chinês.
Hsiao Hsu-tsen, vice-presidente do KMT, enfatizou a importância da relação entre a ilha e a China, descrevendo-a como de “família”. Ele expressou a opinião de que ambos os lados devem manter o contato, independentemente das diferenças políticas existentes.
A forma como o evento foi reportado variou significativamente entre a mídia chinesa e a taiwanesa. O jornal estatal chinês publicou a declaração de Hsu-tsen, afirmando que ele considerava China e Taiwan como uma mesma nação. Em contrapartida, sites de notícias taiwaneses não mencionaram explicitamente essa afirmação, focando na busca do KMT por um rejuvenescimento das relações com a China.
O KMT busca uma aproximação com o governo chinês para tentar conter o DPP. O partido teme que o acordo firmado entre Taiwan e os Estados Unidos represente uma ameaça aos recursos da ilha, enquanto o governo chinês compartilha dessa avaliação. Atualmente, o KMT lidera um grupo de oposição contra o líder Lai Ching-te (DPP) em Taiwan.
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A mídia local indica que as chances de Lai Ching-te perder seu mandato são consideradas baixas, devido à necessidade de uma maioria de 2/3 do Congresso para aprovar um processo de impeachment. O DPP detém a maioria de 40% dos assentos legislativos.
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