Kléber Cabral: “Investigar PCC é mais fácil que autoridades” – Impacto no STF!

Surpreendente! Unafisco diz que investigar PCC é mais fácil que autoridades. Kléber Cabral faz revelação chocante sobre risco em fiscalizações. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Investigação do PCC é vista como menos arriscada que fiscalização de autoridades

Em entrevista à GloboNews na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Kléber Cabral, fez uma declaração surpreendente: “É mais fácil investigar o Primeiro Comando da Capital (PCC) do que certas autoridades”.

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A fala ocorreu em meio à crescente investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre possíveis irregularidades envolvendo ministros do STF e seus familiares.

Operação da Polícia Federal e Inquérito das Fake News

Na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes conduziu buscas e apreensões de bens de quatro funcionários do Fisco que estavam sob investigação. A Polícia Federal executou as diligências em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

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A operação está relacionada ao inquérito das chamadas “fake news”, que foi aberto em 2019 e ainda não teve conclusão, mantendo-se em sigilo.

Reintegração de Auditores e Impacto na Fiscalização

Kléber Cabral ressaltou que, há sete anos, o ministro Alexandre de Moraes publicou decisões contra servidores da Receita Federal, acusando-os de crimes e divulgando vazamentos sobre o ministro Gilmar Mendes. Segundo o representante da Unafisco, os profissionais foram reintegrados dois meses depois, devido à falta de provas concretas.

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O episódio ocorreu no início do inquérito das “fake news”.

Fiscalização da Receita e Percepção de Risco

Em 2019, a Receita Federal realizou uma fiscalização que envolveu 133 pessoas, incluindo alguns ministros do Supremo e seus familiares. Kléber Cabral informou que o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão dessas investigações. Apesar da reintegração dos auditores fiscais, o presidente da Unafisco acredita que o episódio desestimulou investigações sobre autoridades, transmitindo a mensagem de que fiscalizar determinadas pessoas representa um risco para os profissionais da Receita Federal.

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