Kevin O’Leary critica jornadas exaustivas! O famoso investidor rebate a cultura do “996” e alerta: trabalhar 18h por dia é “estúpido”! Descubra a estratégia para produtividade sustentável
O investidor Kevin O’Leary, famoso por sua participação no programa Shark Tank, recentemente expressou sua opinião sobre a relação entre produtividade e o número de horas trabalhadas em uma postagem nas redes sociais. Em sua declaração, ele criticou a cultura de jornadas extenuantes, argumentando que trabalhar 18 horas por dia não é um modelo eficiente para alcançar o sucesso, classificando essa mentalidade como “estúpida”.
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O investidor admitiu ter defendido rotinas de trabalho intensas no passado, mas mudou de posição.
O’Leary argumenta que associar um esforço contínuo a um alto desempenho ignora os efeitos negativos do cansaço e da falta de descanso, como a perda de foco e a deterioração da capacidade de tomar decisões estratégicas. Ele destaca que a cultura das startups, muitas vezes, promove essa mentalidade.
O investidor mencionou o modelo “996”, uma rotina comum em algumas empresas chinesas, onde os funcionários trabalham das 9h às 21h, seis dias por semana. Ele ressalta que longas jornadas sem tempo para recuperação adequada podem ser prejudiciais, especialmente para jovens empreendedores que estão começando suas carreiras.
O’Leary relaciona sua argumentação com pesquisas sobre sono e desempenho, que demonstram que a falta de descanso está ligada à queda em funções cognitivas importantes, como concentração, memória e a capacidade de realizar tarefas complexas.
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Ele também menciona o conceito de “fadiga decisória”, que indica que a qualidade das escolhas tende a diminuir ao longo do dia.
Em vez de defender jornadas longas, o investidor defende que estratégias como sono adequado, pausas regulares e momentos de descanso são fundamentais para manter a produtividade a longo prazo, minimizando o risco de esgotamento. Ele acredita que um modelo de trabalho equilibrado e sustentável é mais eficaz.
A declaração de O’Leary ganhou atenção em um momento em que parte do mercado ainda valoriza a dedicação extrema como sinal de comprometimento. Especialistas em produtividade e saúde mental alertam que essa mentalidade pode levar ao esgotamento, afetando o bem-estar e o desempenho, mesmo quando as entregas continuam.
O investidor reforça uma tendência crescente: buscar modelos de trabalho mais equilibrados e focados em resultados consistentes.
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