A juíza responsável pelo caso envolvendo Henry Borel classificou como “inadmissível” a saída repentina da defesa do Dr. Jairinho do plenário do Tribunal do Júri no Rio de Janeiro, na segunda-feira (23). A decisão, segundo a magistrada, não tem base legal e representa uma interrupção inadequada do processo, além de violar o direito de um julgamento justo e em tempo razoável.
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Consequências da Decisão
Diante da atitude da defesa, o Conselho de Sentença foi dissolvido e o julgamento por júri foi adiado. A situação se agravou após os cinco advogados de Jairo Souza Santos Júnior protestarem em frente ao tribunal, demonstrando insatisfação com a recusa de uma solicitação anterior.
Imagens Relacionadas ao Caso
O caso Henry Borel, que chocou o país, envolveu diversas imagens da vítima e de seus familiares. Henry Borel, de 4 anos, foi vítima de múltiplas lesões que levaram ao seu trágico fim em março de 2021. Imagens da vítima em momentos de celebração e homenagens foram divulgadas ao longo do processo.
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Acusações e Defesa
Dr. Jairinho e Monique Medeiros enfrentam acusações de tortura e fraude processual em relação a Henry Borel. A defesa dos réus buscava acesso a dados de um notebook pertencente ao pai da vítima, argumentando que esses dados poderiam ser relevantes para o caso.
No entanto, a corte rejeitou essa solicitação, considerando que os dados já estavam disponíveis no contexto do processo.
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O Impacto do Atraso
A decisão de adiar o julgamento por júri gerou grande impacto para a família de Henry Borel, que acompanhou o processo por cinco anos, aguardando o momento do julgamento. A espera e as incertezas sobre o futuro do caso foram intensamente sentidas pela família da vítima.
