Judiciário Iraniano Reage com Firmeza a Protestos, Busca Responsabilização

Judiciário Iraniano mantém postura firme contra protestos, busca punir responsáveis e acusa influência externa. Investigações e acusações de “plano americano” são divulgadas

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(Imagem de reprodução da internet).

Reação do Judiciário Iraniano a Protestos Continua Firme

O porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Asghar Jahangir, reiterou o compromisso do sistema legal com “penas severas” para indivíduos acusados de incitar a violência durante os recentes protestos que impactaram o país. Em uma coletiva de imprensa realizada em Teerã, Jahangir enfatizou que o Judiciário tomará medidas punitivas contra aqueles considerados responsáveis por fomentar a escalada da violência.

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A declaração visa demonstrar a determinação do governo iraniano em lidar com os eventos recentes.

Investigações Judiciais em Curso

Segundo fontes, o Judiciário iraniano já iniciou processos contra indivíduos que lideraram as mobilizações em diversas cidades do país. Essas investigações fazem parte da resposta oficial do governo a um período de instabilidade social e protestos generalizados.

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O objetivo é identificar e responsabilizar os principais atores envolvidos na condução das manifestações.

Reação da Justiça e Contestações Internacionais

O promotor de Teerã, Ali Salehi, reforçou a posição da Justiça iraniana, declarando que a resposta será “firme, dissuasória e rápida”. Essa declaração veio em resposta a comentários feitos pelo presidente dos Estados Unidos, , sobre a alegação de que o Irã havia interrompido as execuções de manifestantes.

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A afirmação do líder americano foi feita após uma declaração anterior sobre uma possível “ação contundente” caso o Irã optasse por enforcar indivíduos.

Responsabilização e Controvérsias

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, expressou a convicção de que os responsáveis por “plano americano” devem ser responsabilizados. Khamenei também atribuiu a morte de “vários milhares de pessoas” que perderam a vida durante os protestos à influência de forças externas.

Estimativas de organizações de oposição no exílio, que situam o número de vítimas em 3.428, corroboram essa perspectiva.

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