Jovem Aprendiz: Novo programa em 2026 impulsiona entrada no mercado de trabalho para jovens brasileiros. CLT e direitos garantidos! Saiba mais.
A entrada no mercado de trabalho sem experiência é um desafio comum para jovens brasileiros. O programa Jovem Aprendiz surge como uma alternativa legal e estruturada, com lançamento previsto para 2026, impulsionado pela Lei da Aprendizagem. O programa obriga empresas de grande porte a destinarem vagas para novos talentos, combinando teoria e prática, e valoriza a vontade de aprender em detrimento de um currículo acadêmico extenso.
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Para se tornar um Jovem Aprendiz em 2026, o candidato deve atender a requisitos específicos. A idade deve estar entre 14 e 24 anos, sem limite de idade para pessoas com deficiência. É necessário estar matriculado no Ensino Fundamental ou Médio, ou já ter concluído os estudos.
Além disso, é preciso possuir CPF e Carteira de Trabalho (física ou digital) em dia.
Diferentemente de um estágio comum, o Jovem Aprendiz possui um contrato de trabalho formalizado, garantindo direitos assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso inclui salário-mínimo por hora trabalhada, registro em carteira com alíquota reduzida de 2%, vale-transporte e férias remuneradas, com período coincidente com o período escolar.
A jornada de trabalho é limitada a 4 a 6 horas diárias, proibindo-se horas extras para não comprometer os estudos do aprendiz.
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Para iniciar sua busca por oportunidades, é importante não esperar por anúncios em redes sociais. Siga este roteiro prático: Prepare um currículo focado em habilidades, destacando cursos extracurriculares, projetos escolares, trabalho voluntário e conhecimentos em informática; Cadastre-se em agentes integradores, como o Espyro e o portal do governo; Monitore sites de grandes empresas, que costumam ter seções de “Trabalhe Conosco” dedicadas à aprendizagem; Mantenha o Cadastro Único atualizado, pois muitas empresas dão prioridade a jovens de famílias inscritas.
A postura em entrevistas é crucial. Demonstrar pontualidade, educação e interesse pelo setor da empresa pode compensar a falta de experiência técnica inicial. Jamille Novaes, especialista em economia popular e finanças pessoais, destaca a importância de se destacar durante o processo seletivo.
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